Feriadão em Campos do Jordão

Frio… calor… frio… calor… frio…
Bota casaco…. tira casaco… bota casaco… tira casaco… bota casaco…

Assim foram os meus 4 dias em Campos do Jordão. A oscilação de temperatura foi intensa. Fazia bastante calor durante o dia, mas quando chegava à noite a temperatura caia extremamente, indo, muitas vezes, de 32º para 8º graus. Mas, vou te contar, que essa brincadeira de frio e calor ajudou ainda mais para a viagem ser maravilhosa. Em um só lugar, poder curtir um céu limpo e ensolarado, indo a cachoeiras, fazendo trilhas, contemplando a natureza, e nesse mesmo lugar você poder se vestir bem e sair à noite para curtir um friozinho e comer em bons restaurantes, não acontece todo dia, não é mesmo? Então, aproveitei bastante essa oportunidade.

Pela extensão da viagem, creio que vocês irão compreender melhor se eu explicar como foram meus dias de acordo com o roteiro que organizei.

Vila Capivari

Quinta
Na quinta, acordamos bem cedo e partimos para pegar o ônibus da viação Sampaio (existem poucos horários de ida e volta da Rodoviária Novo Rio). Devido ao fato de ser um feriado nacional, chegamos lá mais tarde do que planejamos, então só deu para fazer o check-in, guardar nossas coisas na Pousada Miniférico e ir comer, estávamos esfomeados. Ps: Falei “estávamos” e não estava, pois essa foi mais uma aventura que fiz junto com minha mãe. Ela novamente se dispôs a embarcar nas minhas viagens intensas e meio malucas.

Depois de “matar” a nossa fome, resolvemos dar uma volta na cidade para conhecer a famosa Vila Capivari. Este charmoso bairro é bastante movimentado durante dia e noite. O circuito formado pela Rua Doutor Djalma Forjaz, pela Avenida Macedo Soares e pela Praça São Benedito reúne uma infinidade de lojas, restaurantes, galerias de arte e praças.

Circulamos e conhecemos tudo que podíamos. O bom foi que “dominamos” o território e nos preparamos para os próximos dias, que seriam bem cheios.

Sexta

Amantikir – Mirante Belvedere

Mais “enturmados” com a região, acordamos cedo novamente (coisa que aconteceu todo dia), e fomos em busca do nosso primeiro destino: o Amantikir.  Inaugurado em 2007, o parque reúne 22 jardins com espécies vindas de diversos países como Inglaterra, Austrália, Alemanha e Japão, e, além disso, conta com dois incríveis labirintos, e atividades que aguçam a criatividade do visitante. Sem dúvida alguma este foi o passeio que mais gostei entre todos que tive a oportunidade de conhecer.
Funcionamento: Todo dia, das 8h30 ás 17h
Ingresso: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)
Endereço: Estrada Paulo Costa Lenz César, Km 2,8

Depois de rodar bastante pelos jardins, realizamos outro passeio que já era bem conhecido de nome: a Vista Chinesa.  Queríamos também aproveitar que já estávamos perto do local, o táxi na região é bem caro e, para quem não tem carro ou está com excursão, é a única forma de chegar no local. No mirante você pode apreciar as magníficas montanhas que envolvem o Vale do Lajeado, entretanto é a mesma vista que você pode ter do Mirante Belvedere, que fica dentro do Amantikir. Então só vá nesse outro ponto se você estiver com tempo sobrando.
O mirante fica próximo ao Portal de entrada de Campos do Jordão, quase no final da Rodovia SP-123, fique atento ao trânsito e respeite suas regras, pois o mirante fica localizado ao lado esquerdo da rodovia.
Caso você esteja na Vila Capivari, siga na avenida principal que dá acesso a saída da cidade, passe o Portal de Campos e siga na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

Trem das Mansões

Chegamos desses passeios ainda com gás e, depois de comer um Pastelão do Maluf, partimos em busca de uma nova atividade, mas nada muito exaustivo, pois como vocês já devem ter percebido, no dia seguinte iríamos acordar cedo novamente. Pesquisamos e fizemos o passeio de Trem pelas Mansões, ele custa R$25 reais, dura cerca de 1 hora e leva, também, para conhecer a Ducha de Prata.

A Ducha de Prata nada mais é que a união de diversas cachoeiras e duchas artificiais, que podem ser acessadas por deck’s cercados por bancas que vendem souvenirs. No local também é possível chegar de ônibus (confirmar o nome do bus com os moradores locais).
Funcionamento: todos os dias
Entrada: de graça
Endereço: Av. Senador Roberto Simonsen – Vila Inglesa

Ducha de Prata

Sábado
Não podíamos gastar mais dinheiro com táxi, o que sobrou estava reservado para ir a Pindamonhangaba, então organizamos todo o trajeto de sábado utilizando ônibus como meio de transporte. Por sorte, descobrimos um, que tinha como ponto final o Horto Florestal, o nosso primeiro destino do dia.

Horto Florestal

O Horto é a maior reserva de araucárias do Estado de São Paulo, ele funciona como um refúgio dentro da cidade. Além de contar com uma extensa área familiar, o parque conta com algumas trilhas abertas ao público: a da Quatro Pontes (2 km); a da Cachoeira da Gargalhada (4,7 km); e a do Rio Sapucaí (2,6 km). Destaco que eu e minha coroa fizemos a trilha da cachoeira, bem tranquila por sinal.
Entrada: Gratuita
Endereço: Av. Pedro Paulo, s/n – horto florestal

Depois do Horto, aproveitamos a proximidade e fomos para o Borboletário Flores que Voam. Um jardim de 500 metros quadrados onde podemos observar de perto mais de 35 espécies de borboletas.
Funcionamento: Quarta a domingo, das 10h às 15h
Ingresso: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia)
Endereço: Av. Pedro Paulo nº. 7997 – casa 01, Km 10 do caminho do Horto Florestal

Bastantes passeios em um só dia, né? Mas queríamos mais. Somos hiperativos. Assim que chegamos no centro andamos até o Morro do Elefante, ponto mais popular do lugar. Estava hiper lotado. Até por isso, não subimos de teleférico, a fila estava demorando horas. O topo do morro fica a 1800 metros de altitude, mas dá pra chegar tranquilamente a pé, de ônibus (escrito Morro do Elefante no letreiro) ou de carro.
Entrada: Gratuita
Endereço: Parque Capivari

Morro do Elefante

Domingo
No domingo não podiamos enrolar muito, nossa volta estava marcada para às 16h, então deixamos só o Pico e o Lago de Itapeva como destinos.

O Pico do Itapeva conta com uma das vistas mais bonitas da Serra da Mantiqueira. Apesar de não ser tão popular, coloque esse passeio no seu roteiro, a vista é incrível. E, como se o pico não fosse suficiente, no local existe também um lago, que é um cenário perfeito para fotos.
Entrada: gratuita
Como chegar: Partindo da Praça da Vila Capivari, centro turístico, entrar na primeira a direita, seguir as placas que indicam o Tênis Clube e a Ducha de Prata na Av. Senador Roberto C. Simonsen, um pouco mais adiante você vai avistar o Hotel Quatre Saison, vire à direita e siga em frente até o fim do asfalto onde localiza-se o Pico do Itapeva.

Pico de Itapeva

Campos do Jordão me deu: frio, calor, diversão, boa comida, gargalhadas, energia e sede de mais. Assim foi mais uma viagem. Cheia de coisas boas, cheia de experiências novas.

Aproveite sua vida! Não deixe o tempo passar em vão. Se não puder fazer essa, faça outra, mas faça!

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A positividade de Sana

Distrito de Macaé, o vilarejo de Sana esbanja paz e positividade. No lugar, além de calmaria e diversão, encontramos um contato íntimo com a natureza, através do famoso circuito das águas, pertencente a Área de Proteção Ambiental do Sana, e a pesada trilha do Peito do Pombo.

Arraial do Sana é bem pequeno, dá para ser percorrido, tranquilamente, a pé, ou seja, é um lugar fácil de se montar um roteiro. Exatamente por esse motivo já chegamos no local bem determinados a fazer o que planejamos: conquistar tudo que pudéssemos em um só fim de semana.
Começamos nossa empreitada indo em direção ao circuito das águas. Para chegar até o início dessa leve trilha, é preciso atravessar uma pequena ponte, andar alguns minutos por uma estradinha de terra, passando por um estacionamento pago, até a guarita de entrada. Nesta guarita o visitante terá que se registrar e pagar um valor de R$10,00 para poder seguir pelas cachoeiras.

Depois de pagar, irá andar poucos minutos e avistará a primeira bifurcação, com uma placa indicando o caminho que leva a Cachoeira do Escorrega. Este tobogã natural ficou muito popular devido a diversão que proporciona e sua acessibilidade a todos os públicos. Como é um local que não oferece grandes riscos, muitas famílias frequentam esta cachoeira.

Já escorregou bastante? Então vamos retornar a trilha principal e seguir adiante. O caminho se torna uma subida um pouco mais íngreme e escorregadia. Em poucos minutos irá aparecer uma segunda bifurcação. Para continuar no circuito das águas o visitante deverá virar à esquerda, passar um portão de madeira e seguir a trilha atravessando um rio. Observe bem as setas indicativas e muito cuidado ao atravessar o rio sobre as pedras.

Passando pelo rio, a trilha vira uma subida um pouco mais íngreme e fica mais fechada. Em pouco tempo de caminhada você irá encontrar uma descida, à direita, que leva ao poço da Cachoeira Mãe (tem esse nome por ser possível visualizar o rosto de Nossa Senhora na queda d’água). Será preciso descer pela rocha com auxílio de uma corda. Lá embaixo tem um bom ambiente onde as pessoas ficam relaxando. Algumas pessoas saltam do alto da rocha direto no poço.
Voltando à trilha, você deverá subir mais um pouco para encontrar a Cachoeira Pai. Uma queda d’água de aproximadamente 15 metros caindo direto num poço bem fundo. Nesse poço também é possível saltar, mas tenha cuidado, já ocorreram acidentes no local, então pergunte aos funcionários se a cachoeira está em condições apropriadas para saltos. Do poço da Cachoeira Pai se tem acesso à Cachoeira Filho. As pessoas costumam descer escorregando por ela até o poço mais abaixo.

Mais à frente, após a Cachoeira Pai, chegamos a última cachoeira: a Cachoeira Sete Quedas. Esta cachoeira é composta por uma queda d’água que segue por 7 degraus em harmonia com a natureza. Essa cachoeira, juntamente com as cachoeiras do Pai, Mãe e Filho, formam o Circuito das Águas. Passando por esta cachoeira, é possível atravessar o rio e subir por uma trilha curta, no meio da mata, que leva até a trilha do Peito do Pombo. Apesar dessa boa possibilidade, preferimos retornar e deixar para fazer esta outra trilha no dia seguinte, bem cedo, com mais calma.
No domingo, assim que o sol nasceu, nos arrumamos e partimos para a trilha do Peito do Pombo, seguindo o caminho sem passar pelas cachoeiras e sem ter que pagar nenhuma taxa. A exaustiva trilha levou cerca de 5h20, ida e volta, e nos presenteou com uma linda vista lá do alto. Posso dizer que essa trilha, de 1400 metros de altitude, merece ser conquistada por todos que passarem pela região. Para quem quiser saber mais detalhes sobre a minha experiência sobre esta trilha é só clicar neste link.
Foquei mais em lhe contar sobre os passeios naturais, até porque é o que tem de melhor no local. Mas saiba que tudo em Sana respira boas vibrações, isso vai da natureza as pessoas, por isso que curto tanto está por lá.

Como chegar

Carro: Chegando em Casimiro de Abreu, o motorista deve seguir pela BR-142, subindo a serra no sentido Nova Friburgo e desviar para Barra do Sana, pegando a Estrada Frade-Sana, passando pelo Portal do Sana, na ponte da Amizade (que cruza o Rio Macaé), até o Arraial do Sana. A Estrada Frade-Sana é uma estrada de terra em péssimas condições, com muitos buracos e pedras. É curta. Tem em torno de 6 km de extensão apenas, mas exige bastante atenção do motorista pra não danificar o carro.

Ônibus:
Chegar de ônibus na região é relativamente fácil, apesar de cansativo. Basta pegar um ônibus para Casimiro de Abreu, saltar na rodoviária, e depois pegar um ônibus direto para Sana, eles passam de 2 em 2 horas. Tenha cuidado para não chegar muito cedo para não ficar mofando e nem muito tarde para não perder o último bus.

A natureza reina em Teresópolis

Localizada no interior do Rio, Teresópolis mostra, com todo seu charme, a harmonia e beleza de uma natureza bem conservada. Em toda sua extensão (repleta de rios, cascatas e rica flora e fauna), dou destaque ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, uma unidade de conservação situada no maciço da Serra dos Órgãos, que também abrange os municípios de Guapimirim, Magé e Petrópolis.

Sem dúvidas, é um dos melhores parques do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil, são mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Entre os passeios disponíveis na parte pertencente a Teresópolis, destaco as 4 trilhas que mais gostei:

  • Trilha Suspensa
    Esta famosa trip tem um caminho bem tranquilo de ser percorrido, tendo apenas 1300 metros de caminhada reta. A trilha, iniciada na Praça da Barragem, possui piso de madeira e corrimão, permitindo acesso até a cadeirantes. No trecho final a trilha atinge grandes alturas em relação ao solo (até 8 metros) e permite belas visões da floresta e dos paredões.
  • Trilha Mozart Catão
    É mais uma trilha leve , que nos leva até Mirante Alexandre Oliveira, com vista para a cidade de Teresópolis e o Parque Estadual dos Três Picos, ao fundo. Uma curiosidade é que os nomes da trilha e do mirante é uma homenagem a dois alpinistas da cidade, mortos ao tentar escalar a face sul do Aconcágua, em 1998.
  • Trilha Cartão Postal
    Esta bela trilha, com acesso pela Estrada da Barragem próximo à pousada, cruza área de floresta com belas vistas da montanha e dá acesso a um mirante voltado para a cadeia de montanhas da Serra dos Órgãos, proporcionando ao visitante um novo ângulo de observação do Dedo de Deus do meio da floresta. No caminho é possível observar algumas grandes árvores, como o jequitibá. Apesar de ter apenas 1200 metros alguns consideram esta trilha moderada, pois é uma subida constante em uma escada natural.
  • Trilha da Pedra do Sino
    A Pedra do Sino é o ponto culminante da Serra dos Órgãos com 2.275m e lá do alto a vista alcança toda a Baía de Guanabara, a cidade do Rio de Janeiro e parte do Vale do Paraíba, no lado continental. São cerca de 11 km (cinco a seis horas) de caminhada desde a sede do Parque, em Teresópolis, a 1.100 metros de altitude, até o cume. O primeiro trecho é mais leve, por dentro da mata. Na parte final, a trilha é acidentada.

Para mais informações e detalhes sobre outros passeios acessem o site do parque.

 Preços?

Quando ir?
Todos os dias, das 8h às 17h (todas as sedes). É permitida a entrada no parque entre 6h e 8h e entre 17h e 22h, mediante compra antecipada de ingressos.

Como chegar?
A entrada principal do Parque Nacional da Serra dos Órgãos fica na área urbana de Teresópolis, na Avenida Rotariana s/nº (que interliga a BR 116 Rio-Bahia, na altura do km 89,5 à cidade), com acesso bem sinalizado. A entrada do parque fica ao lado da ponte sobre o Rio Paquequer, na entrada da cidade, próximo ao Mirante do Soberbo e ao Portal da Cidade.

Na BR 116, sentido Rio-Teresópolis, na altura de Magé, existe a praça do pedágio administrado pela CRT, com cobrança bidirecional. Há cobrança de pedágio também no sentido Teresópolis-Magé-Teresópolis.

Uma ilha chamada Paquetá

Paquetá: aquele cantinho no meio da Baía de Guanabara que, depois de horas de barca, lhe permite curtir um pouco de um passeio tranquilo. Assim resumo esse bairro. Apesar de gostar do lugar e de seus atrativos rústicos, afirmo que tem que ter bastante disposição para ficar 1 hora e 10 minutos dentro de uma barca para chegar até lá. No meu caso, que não moro na cidade do Rio, demoro mais tempo ainda para chegar.

Mirante do Parque Darke de Mattos

Para compreender o que estou dizendo, vou começar esse post explicando o que se deve fazer para chegar no local. Primeiramente, você tem que ir para a estação das barcas na Praça XV, pois é o único lugar que sai barcas para Paquetá. Se no seu caso você mora em Niterói, São Gonçalo ou ainda mais distante, assim como eu, o seu primeiro passo é pegar a barca de Niterói para o Rio, que dura cerca de 25 minutos de viagem. O processo é bem simples, é só ver no site da CCR Barcas os horários e assim segui-los. A parte mais cansativa do passeio é essa! Ficar esse tempo todo dentro de uma barca, tanto para ida quanto para volta.

Chegando no local, o passeio começa enfim a ficar um pouco mais interessante. Você terá algumas possibilidades de passeios, destaquei os que mais me interessam abaixo:

1 – Passeio de quadrículo ou pedalinho, para quem quiser relembrar a infância.
2 – Visitar a Pedra da Moreninha. Lugar que ficou famoso devido ao livro de Joaquim Manuel de Macedo, escrito em 1843. O romance “A Moreninha” é considerado o iniciador do “romantismo” na literatura brasileira.
3 – Conhecer o Parque Natural Municipal Darke de Mattos. O meu ponto preferido de Paquetá. É um ponto que da pra fazer piquenique e passear em família. Além disso, conta com um mirante de pedra bem interessante que dá uma vista linda.

Pedra da Moreninha

Além das coisas que destaquei, você também pode simplesmente dar uma volta na cidade ou parar em um dos bares e “tomar uma” com os amigos. Como disse, é um lugar bem calmo, então você pode ir só para desfrutar isso. É um ponto turístico que tem que ser visitado pelo menos uma vez na vida. Vá em família!

Outono no centro de Nova Friburgo

Frio… Outono… Friburgo. Este município localizado na Mesorregião do Centro Fluminense, nos permite vivenciar as peculiaridades da natureza e a culinária de bons restaurantes.

A cidade não é somente a capital nacional da lingerie. Ela também conta com uma gama de passeios e atividades que levam a cachoeiras, riachos, mirantes naturais e reservas ambientais. Como citei na parte superior, a gastronomia diversificada também merece uma atenção especial.

Infelizmente só tinha um dia de folga (=/), então fui para lá buscando encontrar possibilidades de passeios que agradasse toda a família em um só dia.  O roteiro ficou mais ou menos assim:

Pela manhã fomos direto para Olaria, em busca de comprar peças íntimas por bons preços. Logo depois, disparamos para a Praça do Suspiro que, além de contar com o letreiro de Nova Friburgo, tem o famoso teleférico de mais de 1500 metros de altura. Para almoçar escolhemos o Chimarron, rodízio de carne bom, bonito e barato. E para fechar o dia em meio à natureza fomos para o Country Club, um dos pontos mais belos da cidade e que tem entrada gratuita.
Foi um passeio rápido pelo centro da cidade e já deu pra curtir bastante coisa, imagina com mais tempo !? Logo logo farei novos post’s falando sobre as trilhas, os parques de Cascatinha, Jardim do Nego e também sobre a famosa Lumiar. Não daria para citar tudo em um post só. Mas fica aqui a minha dica para curtir o friozinho em boa companhia.

Country Club

Nos canyons de Capitólio

Mais uma vez fui em busca de destrinchar ainda mais o estado mineiro. A cidade escolhida dessa vez foi Capitólio.

Mirante dos Canyons

A grande dúvida desta viagem era em como ir…??? Poderia ir de carro, de excursão, de ônibus (com bastante ajuda divina), entre outras possibilidades. Escolhi ir de excursão. Você deve está se perguntando: mas por que excursão ? (caso não esteja pule esta parte e vá direto para o roteiro).

A excursão, apesar de tirar um pouco de sua liberdade, facilita em muitos outros aspectos, pelo menos no meu ponto de vista. Além dela facilitar na hora de fazer amigos, ela também te permiti chegar descansado no lugar, ou seja, é uma ótima escolha para viagens de curto período. Depois de dirigir por 9 horas o pique para fazer uma trilha já não seria mais o mesmo, concorda? Então ir no ônibus dormindo ajudaria muito nessa parte, ainda mais se você for em um feriado, assim como eu, e não puder perder nenhum minutinho de curtição.

Voltando aos passeios…Apesar de o tempo está bem instável acabei dando muita sorte, conseguindo fazer os passeios planejados e curtindo todas as possibilidades.

No primeiro dia fomos ao Mirante dos Canyons, para garantir a foto mais famosa do lugar, logo depois fomos as cachoeiras que tem ali por perto, a menos de 200 metros de distância. Existem duas possibilidades de percurso de cachoeiras: 1 – O Circuito das Cachoeiras, gratuito, que apresenta cachoeiras belíssimas e com estruturas um pouco mais rudimentares; 2 – O Circuito das Três Cachoeiras que custa R$5,00 e não tem cachoeiras tão impactantes, porém, lhe dá a oportunidade de acampar no local.

O segundo dia, foi dia de explorar a Trilha do Sol. A trilha cercada por diversas belezas naturais nos dá a possibilidade de conhecer três lindas cachoeiras: Cachoeira No Limite, Poço Dourado e Cachoeira do Grito. A do grito é a mais interessante para passar mais tempo, por se tratar de uma cachoeira maior e com maiores atrativos. Dica: existe um ponto das pedras desta cachoeira que as pessoas utilizam para ficar pulando no poço, ótima dica de brincadeira para quem não tiver medo de altura e souber nadar.

Deixamos o passeio de lancha pelo Lago de Furnas para o terceiro dia, para fechar com chave de ouro. O passeio, ao som do “batidão carioca”, é bastante divertido devido a grande quantidade de cachoeiras que vão sendo encontradas pelo caminho e, principalmente, pelas manobras da lancha sobre uma água cristalina.

Passeio de lancha pelo Lago de Furnas

A viagem foi rápida mas muito intensa. Conheci muita gente boa, que vou guardar pra sempre na memória. Me diverti muito em todos os momentos, inclusive à noite que não tinha muita coisa para fazer por lá. Por isso que eu sempre repito: o lugar pode ser incrível (como realmente é), mas quando a companhia é boa tudo fica ainda melhor!

Paraty: um centro de histórias e aventuras

Chegou o dia de levar mamãe para viajar. E o destino escolhido, por ela, foi Paraty.

Busquei encontrar formas de fazer todos os passeios, mas de um jeito menos desgastante, pois não queria matar minha coroa (rs). Então para quem estiver lendo, saiba que irei citar algumas formas possíveis de fazer os passeios, sendo que as que eu utilizei foram as formas mais práticas e tranquilas.

Paraty é uma cidade do litoral sul do Rio de Janeiro. Um cantinho de calmaria, muitas praias e muita cultura. Aquele lugar que te faz sentir como estivesse vivendo cenas de novelas ou filmes.
16406467_1240493749365089_3678167740395109628_nOpção de ônibus
Existem várias opções de horários de ônibus, da viação Costa Verde, saindo de Niterói ou do Rio de Janeiro. A viagem dura cerca de 4/5 horas.

Opção de hotel
Pensando em um lugar barato e que ficasse perto do centro histórico da cidade, escolhemos o Paraty Hotel. Os pontos ruins do hotel são as camas, que são bem desconfortáveis, e a troca dos lençóis que nunca acontecem. Para o que necessitávamos o hotel foi ótimo, pois chegávamos em tudo com bastante facilidade.

Opção de agência de passeio
Escolhemos a Paraty Tours. Fomos muito bem atendidos e todos os passeios ocorreram da forma que foram pré-estipulados. Só temos elogios a agência e a recomendamos.

ROTEIRO:

QUINTA
Reservamos este dia para nos acomodarmos no hotel e fazermos uma caminhada tranquila pela cidade.

Neste dia conhecemos o Centro Histórico de Paraty, que foi erguido entre os séculos 17 e 19, e está localizado entre o Rio Perequê-Açu e a Baía de Paraty. Ele é formado por casarões coloniais e igrejas. Carros não podem trafegar pelas ruas, que mantém seu calçamento em pedras. É um lugar que tem um visual deslumbrante. Conhecemos também a Praia do Pontal e o Forte Defensor Perpétuo. Dá para chegar facilmente do centro histórico até a praia e o forte, é só atravessar uma pequena ponte e seguir as placas turísticas.

SEXTA
Foi o dia de nos aventurarmos no Jeep tour pelas cachoeiras e alambiques. Neste passeio indico fazer com alguma agência, pois as cachoeiras ficam distantes e tem bastante pedra e lama pelo caminho, irá prejudicar bastante o seu carro.

ALAMBIQUES
Há sete alambiques principais na cidade. O único que resolvemos conhecer foi o Pedra Branca. O valor para o tour guiado é de R$3,00. A experiência é divertida, além de dar a oportunidade de provar muita cachaça de uma vez só (rs). Segue abaixo informações sobre os outros alambiques:
Maria Izabel: Rio-Santos, Km 568 (direção Rio). Agendamento pelo telefone: (24) 99999-9908
Engenho d’Ouro: Estrada para Cunha, Km 8. Tel: (24) 99905-8268
Coqueiro: Rio-Santos, Km 583 (direção Ubatuba). Tel (24) 3371-0894
Paratiana: Estrada da Pedra Branca, Km 1. Tel (24) 3371-6329
Pedra Branca: Estrada da Pedra Branca, Km 1. Tel: (24) 97835-4065
Maré Cheia: Estrada do Jacu. Tel (24) 3371-9377
16473852_1238698016211329_5821134148382112508_nCACHOEIRAS
Nesta imagem você pode conferir as cachoeiras da cidade:
not_med_0000002230Destas destacadas, conheci a Cachoeira da Pedra Branca, do Tobogã, da Usina e a do Tarzan. Apesar da mais famosa ser a do Tobogã, por causa do surf na pedra, a que eu mais gostei foi a Cachoeira da Pedra Branca, pois, além dela contar com dois saltos de cinco metros de altura, nela podemos encontrar pequenas piscinas e duchas naturais, que deixa o clima mais divertido.

SÁBADO
A famosa Vila de Trindade realmente supera as expectativas. Nela podemos encontrar pequenas lojinhas, bons restaurantes e praias maravilhosas. Esse passeio da pra fazer sem agência. Pode-se chegar facilmente no local de carro ou de ônibus.
2Destaco:

Praia Brava
A praia fica logo no início da estrada de Trindade. A trilha dura cerca de 30 minutos e é cercada de Mata Atlântica.

Praia do Cepilho ou Praia de Fora ou Praia dos Ranchos
É uma praia dividida em três partes, em cada parte ela tem um nome diferente. Na parte mais movimentada, a preferida dos surfistas, é conhecida como Cepilho. A Praia de Fora é uma ligação entre as praias do Cepilho e a dos Ranchos. E a praia dos Ranchos é a parte mais tranquila, onde geralmente ficam as famílias.

Praia do Meio
Esta é a praia mais famosa e cheia de Trindade. Seu acesso é tranquilo. É por ela onde podemos fazer a trilha para chegar no Cachadaço ou pegar o barco para ir direto para a Piscina Natural. Nesta praia também existe a possibilidade de passear de stand up ou caiaque.

Praia do Cachadaço
É a praia mais bonita de Trindade e também a mais perigosa. Pela praia pode-se observar diversas bandeiras vermelhas, avisando sobre os perigos do local. Para chegar até ela é preciso pegar uma trilha, que começa na Praia do Meio, subindo a encosta. A trilha é bem tranquila com corrimão de madeira e degraus feitos com pedras e raízes de árvores. São cerca de 15 minutos de trilha sem grandes obstáculos, mas cuidado com os dias chuvosos, pois o local fica cheio de lama.

Piscina Natural
Para chegar a Piscina Natural é necessária fazer mais uma trilha. Achamos essa trilha uma pouco mais difícil que a anterior. A trilha dura cerca de 20 minutos mata adentro. Como já foi citado, também é possível chegar ou sair deste local de barco. O barco tem o valor de R$30,00 (para ida e volta) ou R$15,00 (para quem deseja apenas a volta).


DOMINGO
Para fechar o passeio em alto nível, fomos passear de Escuna. Existem diversos tipos de circuito, escolhi o que passa pela Ilha Comprida, Praia da Lula, Lagoa Azul e Praia Vermelha. Além de ser o circuito mais famoso é o que tem mais elogios pela web.

Foi uma viagem inesquecível. Viajar em família pode ser tão bom quanto viajar com amigos ou namorada (o), basta você se permitir a essa possibilidade. Curta a sua família, aproveite os momentos bons!

Itaúnas: entre as dunas e o mar

A pequena vila litorânea, quase na divisa com a Bahia, ficou famosa por sua diversidade. O turista pode tomar banho de rio, de mar, e, ainda, completar o pacote dançando um forró pé-de-serra .

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A cidade nos presenteia com praias maravilhosas, águas mornas e suaves , dunas empolgantes, além de uma ótima comida focada mais em frutos do mar.

Para chegar em Itaúnas, basta pegar um ônibus que sai de Conceição da Barra. A viagem demora cerca de 1 hora, você irá saltar no centro da cidade. A partir daí fica tudo muito fácil, tudo estará muito próximo. Caminhando você logo irá encontrar os bares e restaurantes, tocando um animado forró. Andando mais um pouco você entrará no caminho em direção as Dunas, que pode ser feito por trilha ou pela estrada. Fiz os dois percursos, mas é claro que por trilha é mto mais emocionante. A trilha Tamandaré é bem curta, completamente envolvida por galhos e folhas que dão um belo  visual a caminhada.

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Além da trilha, da visita as dunas e dos mergulhos no mar, também conheci o rio, mas de uma forma mais inusitada: andando de caiaque. Para quem quiser saber mais sobre esse passeio clique aqui.

Itaúnas é aquele tipo de lugar que dá saudade, que dá vontade de ficar mais. A simplicidade da cidade envolvida por toda essa natureza traz magia ao passeio.

Dois dias em Conceição da Barra (ES)

Um dos mais antigos municípios do Espírito Santo não poderia ficar de fora dos meus roteiros. A pequena cidade de Conceição da Barra, famosa por seu carnaval animado, traz aos seus visitantes um pouco de paz, além de possuir uma paisagem deslumbrante.

Para conhecer o local não são necessários dois dias, em um único dia você irá conhecer tudo que tem por lá, mas caso queira curtir tudo com bastante calma, apreciando os pequenos detalhes e curtindo as praias, aconselho ficar lá por mais tempo.

Além das praias, lá pode-se tirar belas fotos no farol e no Rio Cricaré. Vale ressaltar que o cais deste rio nos permite ver um dos mais belos pôr do sol do estado.

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Para ir e voltar de Conceição da Barra, basta comprar as passagens na rodoviária de Vitória (ou pela internet) com a viação Águia Branca.

Um dia em Vitória e Vila Velha (ES)

Quando pesquisamos sobre Vitória e Vila Velha encontramos poucas informações, talvez por não serem o foco do turismo brasileiro. Entretanto, na minha humilde opinião, isso deveria mudar. Não estou dizendo para você ir ao local e ficar por lá dias e mais dias, mas é um lugar que deve ser conhecido, deve ser experimentado.

O Brasil é grandioso e todo estado tem uma certa energia especial. Todo lugar tem algo único, por isso fui conhecer as peculiaridades dessas duas cidades. O passeio durou somente um dia, mas deu pra fazer bastante coisa legal, segue o roteiro:

Parque da Pedra da Cebola
Começamos o nosso passeio indo nesse famoso parque. O nome provém do fato de no local existir uma pedra que é semelhante a uma cebola. A pedra fica sobre outra rocha, em um processo da natureza que lembra um monumento. O local é ótimo para passeios em família.
15747459_1205829256164872_8452772630906295718_nEndereço: R. Ana Viêira Mafra, s/n – Mata da Praia
Horário: 05h às 22h

Convento da Penha
O principal cartão-postal da cidade, é um dos santuários religiosos mais antigos e famosos do Brasil. Fica no alto de um penhasco de mais de 150 metros de altura. Optamos por subir a primeira parte de Van, pois ainda íamos ir andando para o Morro do Moreno, mas fique tranquilo, a caminhada até as escadarias do convento não é tão pesada. O visual lá de cima é lindo: da paisagem e da estrutura.

Entrada: O principal acesso fica na Rua Vasco Coutinho, no bairro da Prainha
Transporte de van: O transfer em vans custa R$3.50 (ida e volta – pagamento só em dinheiro)
Funcionamento: de segunda a sábado, das 5h45 às 17h e, aos domingos, das 4h45 às 17h.
Telefone: (27) 3329 0420

Fábrica da Garoto
Não conheci a fábrica por dentro. Fui no final do ano, então ela não estava funcionando, mas mesmo assim indico o passeio. Pelo o que vi do lado de fora, parece ser uma fábrica bem estruturada, e dizem que a visita guiada pode encantar as crianças e os adultos. A visita tem que ser agenda com antecedência.
Endereço: Praça Meyerfreund, 1 – Glória, Vila Velha
Chocotour (Somente mediante agendamento antecipado): segunda a sexta, das 9h às 15h – sábados: consultar disponibilidade
Museu: segunda a sexta, das 9h às 16h30 – Sábados: das 9h às 14h

Morro do Moreno
Para fechar o passeio, fui conhecer o famoso Morro do Moreno, em Vila Velha. Não achei fácil de encontrá-lo, porém com a ajuda das pessoas da cidade, que são bem simpáticas, consegui chegar ao início da trilha. Com 274 metros de altura, o morro tem uma trilha bem leve, possível de ser feita por quase todas as idades. O local conta com rampa para voo livre, mirantes naturais e três vias de escalada: duas de frente para a Terceira Ponte e uma de frente para a praia da Costa.
15781133_1205829236164874_710147877125137181_nEndereço: 1056, R. Xavantes, 262 – Praia da Costa

O transporte de Vila Velha para Vitória é bem tranquilo, são cidades próximas. Vale ressaltar que o passeio foi rápido mas foi marcante. Tire esse preconceito de você e permita-se conhecer lugares que não são tão populares, eles vão te surpreender.