Desbravando a Pedra de Itaocaia

Em busca de uma nova trilha para seguir… fui parar mais uma vez em Maricá. Lá, encontrei a Pedra de Itaocaia, localizada na região da Fazenda Itaocaia, em Itaipuaçu. Ponto que, apesar de contar com uma área natural singular, sofre com a expansão imobiliária, que vem, há muito tempo, diminuindo os caminhos para se chegar ao topo da pedra, de 389 metros de altura.

O percurso é de nível leve para moderado e não é muito frequentado, ou seja, tem muitas partes de pedras pelo caminho e de vegetação coberta. Se também quiser conhecer esse percurso, terá que caminhar por 1h40 (ida e volta) em meio a partes fechadas, escorregadias e algumas escalaminhadas.

A trilha começa no extremo sudoeste da pedra, praticamente nos fundos do terreno de número 331, na rua 5. O caminho é ao lado direito do terreno. Chegando no local, logo pode-se encontrar um placa dando as especificações sobre a trilha e indicando onde ela inicia.

Agradeço a galera do Pitbull Aventura pelo convite. Além de ter conhecido um lugar espetacular, também fui muito bem tratado durante todo o trajeto.
Como chegar à trilha?
O ponto de referência é o posto de gasolina da entrada da Rua 1. De lá, deve-se seguir pela Estrada de Itaipuaçu no sentido Recanto e virar na próxima rua à direita. A trilha começa no lado direito do próximo cruzamento em “T”. Não é um ponto fácil de chegar, deixo um mapinha na parte inferior para tentar dar mais uma ajuda.

História curiosa do local ou lenda?
De acordo com o naturalista inglês Charles Darwin, que esteve na Fazenda Itaocaia no século XIX, a Pedra de Itaocaia foi palco de uma tenebrosa história. Darwin narrou que durante a sua estadia no local, uma escrava em fuga lançou-se no precipício de cima da Pedra de Itaocaia após ter jogado a filha do fazendeiro no tacho de melado, por vingança e ciúmes. Segundo Charles Darwin, também havia um quilombo no topo da pedra, onde os escravos da região fugiam e iam para lá. Porém, o mesmo não durou muito, pois fazendeiros se juntaram para acabar com o esconderijo.

Indo ao 41º andar para comer no Terraço Itália

A Home do site do restaurante Terraço Itália é iniciada com a seguinte frase “Um ótimo motivo para subir até o 41º andar”. Será que podemos acreditar nisso?

Bom… Não sou um especialista em gastronomia, mas posso dizer que já comi em muitos lugares e é essa experiência que utilizo para dar as minhas opiniões sobre o tema. Eu adorei! Posso dizer tranquilamente que adorei. O lugar, além de ter ótimas opções de pratos, conta com mais duas outras coisas impactantes: uma vista única da cidade de São Paulo e o som de um piano bem tocado.
Pelas informações que consegui obter, o restaurante, que fica na Avenida Ipiranga – 344 , conta com essas opções de reserva: Almoço, Jantar Nobre ao som de piano, Jantar Panorama música ao vivo e Jantar São Paulo ao som de piano. As opções não são baratas. As massas partem de R$90 chegando a R$180. O menu degustação custa em torno de R$230. Realmente dói o bolso, mas as partes boas são que os pratos demoraram cerca de 15 minutos para chegar, a porção é bem generosa e a apresentação é nível “Masterchef”.

Eu comi esta opção: Massa seca com funghi e camarão flambado ao brandy

O Terraço Itália, em funcionamento desde 1967, goza de todo prestígio e requinte necessário para um bom restaurante, mas possui um menu que não é acessível para todos os públicos. No lugar, você provavelmente irá encontrar pessoas de boa situação financeira ou curiosos, assim como eu, que vão nesses tipos de restaurantes apenas uma vez na vida (risos).

Trilha e rapel na Pedra da Tartaruga

Eu ouvi você dizer medo?

Medo sempre foi um problema e uma solução em minha vida. Sempre tive medo do escuro, mas umas das exposições que mais amei foi a Diálogo no escuro, onde o visitante fica em um breu total. Sempre tive medo de perder pessoas que gosto e, após isso acontecer, amadureci e aprendi a dar mais valor a vida. Tenho medo constantemente de altura e vivo fazendo esportes que enfrento isso de uma forma drástica.

Novamente apareceu a oportunidade de enfrentar esse medo de altura. Tiver a chance de apreciar, mais uma vez, o prazer que é fazer rapel. Foi a minha segunda vez praticando esse esporte, mas foi a primeira vez que fiz na Pedra da Tartaruga.
A Pedra da Tartaruga é um refúgio rochoso com 98 metros de altitude, localizada na região das Praias Selvagens de Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Esse lugar fantástico fica dentro do Parque Estadual da Pedra Branca. Para chegar ao seu topo, você terá que enfrentar uma trilha leve, tendo raras dificuldades. Para os amantes da natureza, é um passeio que vale à pena mesmo se você não for fazer rapel. Vá cedo, pois o local nos fins de semana fica lotado.

O rapel de lá também é tranquilo, tem cerca de 40 metros de altura. Ele começa no formato positivo, com o praticante encostando o pé na pedra, e depois passa para o formato negativo, sem o contato dos membros inferiores com qualquer tipo de “meio”(pedra, parede, etc). O ponto crítico deste tipo de rapel é a passagem do positivo para o negativo, pois temos que ir nos aproximando aos poucos da pedra antes de desencostar de vez.

Quando for fazer procure um profissional qualificado para o esporte. Eu fiz com a empresa Trilhando Guaratiba. Equipe muito atenciosa e animada. Indico muito o passeio e a equipe.

Espero que essa publicação lhe encoraje um pouco a superar seus medos. Sei que parece clichê, mas quando nos superamos tudo que fazemos fica muito mais prazeroso.
Como chegar?
A caminhada começa na Praia de Barra de Guaratiba. Uma opção de transporte público é o BRT. O visitante deve descer na estação do BRT de Ilha de Guaratiba, seguir a pé até o ponto de ônibus 867 que tem como ponto final a Praia de Barra de Guaratiba.

Trilhando na Pedra Bonita

E, por fim, chegou a vez de trilhar na Pedra Bonita, talvez a pedra mais popular do Rio. É uma caminhada relativamente fácil, um pouco íngreme, o que traz um pouco de dificuldades, mas o percurso é possível de ser feito por pessoas de todas as idades, o que explica o porque de toda essa popularidade. O tempo médio de subida até o topo é de aproximadamente 40 minutos.
A caminhada tem início na Estrada das Canoas, em São Conrado. Depois de uma bela subida você irá encontrar dois caminhos possíveis: um vai para a rampa de Vôo Livre, o outro, com uma escadinha mais rústica, vai em direção a trilha.

Com uma altitude máxima de 696 metros, coberta, em algumas partes, de floresta de Mata Atlântica, este ponto turístico está localizado no Parque Nacional da Tijuca, mais precisamente entre a Pedra da Gávea e os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca. Quando você chegar ao topo irá poder ver a Zona Oeste, grande parte da Zona Sul, a Floresta da Tijuca e a Pedra da Gávea. É um do melhores visuais do Rio.
Como chegar ?
Indo pela Tijuca: Na Praça Saens Peña na mesma calçada da C&A pegue o ônibus 301 direção ao Alto da Boa Vista, desça no Corpo de Bombeiros entre a Rua Boa Vista e Estrada das Furnas. Pegue o ônibus 448 e desça em frente a rampa de acesso a Pedra Bonita.

Indo de São Conrado: pegue o ônibus 448, em direção ao Alto da Boa Vista, próximo a entrada da Estrada das Canoas e desça em frente a rampa de acesso a Pedra Bonita.

Indo de Niterói: Pegue as barcas ou o ônibus 100/101 e vá em direção ao metrô. Desça na estação de São Conrado. Chegando lá, vá até o ponto de ônibus que fica na parte de trás do metrô, próximo a subida da Rocinha, e pegue o ônibus 448, em direção ao Alto da Boa Vista, e desça em frente a rampa de acesso da Pedra.

Subindo a Pedra do Elefante

Minha primeira trilha feita em Maricá deixa ótimas recordações.  A trilha da Pedra do Elefante, ou Alto Mourão, além de ter um visual deslumbrante, tem partes bastantes desafiadoras e divertidas.
Esta pedra é o ponto mais alto da Serra da Tiririca. Com 412 mts de altura, está localizada entre as praias de Itaipuaçu e Itacoatiara. Do seu cume temos uma incrível visão de 360º, onde podemos contemplar as montanhas do Rio, o Costão de Itacoatiara, toda a Região Oceânica de Niterói, as praias de Itaipuaçu e Maricá e as ilhas Maricás.

O percurso é dividido em duas etapas: uma trilha leve, que dura cerca de 40 minutos, e a temida subida da pedra, que dura em torno de 20 minutos.

A trilha, bem demarcada, é de subida constante e tem como seu ponte chave o encontro do primeiro mirante, que da vista para o Costão de Itacoatiara. É uma subida fácil e que causa pouco esforço mesmo as pessoas que não estão acostumadas em trilhar.

Depois de passar pelo mirante e de caminhar por mais alguns minutos encontra-se a pedra. Muitos grupos utilizam corda nesta parte, mas como nem eu e nem meus amigos tínhamos corda, fizemos no “braço” mesmo. Muitas pessoas que tem medo de altura desistem nessa hora, mas eu indico fazer o contrário, aproveitar esse momento e superar o seu medo, até porque no final terá uma ótima recompensa. Para subir e descer é só utilizar como apoio as fendas que tem pela pedra. A trilha é considerada de nível moderado exatamente por causa desta parte.

Utilize aos mãos e os pés. Suba e desça pouco a pouco, mas não deixe de tentar. O visual de lá do alto é deslumbrante.
Como chegar?
A entrada da Pedra do Elefante fica localizada próximo ao Mirante da Estrada de Itaipuaçu (RJ-102). Partindo de Niterói as opções são as linhas 38, 46 e 52. Para quem vai sair do terminal eu indico o 38. Partindo do centro do Rio, pegar na Presidente Vargas/Central do Brasil a linha 770.

O Rio aos “olhos” do Mirante Dona Marta

Poucos lugares mostram o Rio de uma forma tão clara. A 362 metros de altitude, o mirante apresenta o Pão de Açúcar, o Maracanã, a Baía de Guanabara, o Cristo Redentor, de uma forma limpa, como se fosse uma pintura recém criada.
Localizado no Parque Nacional da Tijuca, Santa Teresa,  o mirante pode ser encontrado através do percurso feito por carro/moto ou através da trilha. Não tem como subir de ônibus até lá em cima. Existem três caminhos possíveis:

De carro (saindo de Cosme Velho): Você vai seguir como se fosse para o Corcovado. Suba pela Estrada das Paineiras. Ela começa a Rua Alm. Alexandrino, na altura do nº 5088. Quando chegar à rotatória, siga pela esquerda em direção ao Mirante.

De carro (vindo pelo Parque Nacional da Floresta da Tijuca): Pegue a Estrada do Redentor e siga até o final. Quando você passar pelo Hotel das Paineiras, haverá uma bifurcação, siga pela direita, pegando a Estrada das Paineiras.

A pé ( pela trilha até o Mirante Dona Marta): Vá até o alto da Favela Santa Marta, usando o elevador inclinado, onde começa a trilha. São 30 minutos de caminhada, dependendo do seu ritmo. É um caminhada bem fácil.

Não é um lugar difícil de chegar, por isso encontra-se por lá pessoas de todas as idades. Ou seja, além de ser um lugar lindo é diversificado.
Um pouquinho de história…
O nome do lugar surgiu no final do século XVII, quando o padre Clemente comprou terras ali e deu ao morro o nome de sua mãe, Marta, para homenageá-la pouco depois da sua morte. Séculos depois, uma imagem de Santa Marta foi levada para o alto do morro e construíram uma capela para ela. A Favela Santa Marta começou com os funcionários do Colégio Santo Inácio, que receberam parte do terreno para a construção das casas.

Já provou o Chivito uruguaio?

O prato típico uruguaio é uma mistura de sabores e variedades. Trata-se de um sanduíche, geralmente elaborado com filet de carne macia feita na chapa, presunto (jamón), mussarela, bacon (pancetta), alface (lechuga), fatias de tomate e ovo cozido com maionese, que vem acompanhado de uma porção de batatas fritas ou salada de batatas (ensalada rusa).
Cada restaurante tem seu tipo especial de chivito. Os mais tradicionais são os chivitos al pan (com pão), al plato (sem pão) e os chivitos canadienses, que levam outros ingredientes como pimentão, azeitonas e pickles.

Há mais de 70 anos, no El Mejillon, um pequeno restaurante de Punta Del Este entrava, a altas horas da madrugada, uma viajante argentina e pedia alguma coisa rápida para comer… A cozinha estava fechada, mas Antônio Carbonaro, o proprietário do lugar, tinha a filosofia de que ninguém poda sair mal servido de seu recinto e por tanto, improvisou o primeiro Chivito. A cliente gostou tanto que, a partir disso, o El Mejillon começou a servir mais de 1000 chivitos por dia.

Quer preparar um Chivito caseiro ? Segue a receita:

Ingredientes

  • Alcatra
  • 4 pães de hambúrguer
  • 4 folhas de alface
  • 1 tomate cortado em rodelas
  • 4 fatias de presunto
  • 4 fatias de queijo mussarela
  • 4 tiras de bacon
  • 4 ovos
  • Maionese
  • Sal

Preparo

  1. Fatie a Alcatra com cerca de 1/4 de polegada de espessura. Tempere a carne com sal a gosto e em uma frigideira ou chapa muito quente, coloque um pouco de azeite e frite a carne.
  2. Frite os ovos, pedaços de bacon e fatias de presunto e quando a carne estiver pronta, coloque em cima o ovo frito, bacon, presunto e uma fatia de queijo mussarela. Espalhe a maionese no pão e decore o prato com o alface e os pedaços de tomate.
  3. Por sua natureza o chivito é servido com o pão fechado, como um sanduíche, mas muitas pessoas preferem que o chivito seja servido no prato.

Enviei algumas dicas, porém indico que você use sua criatividade e invente o seu próprio chivito.

Levando mamãe ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Hoje foi dia de levar mamãe ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O local possui um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.
dsc_1199Chegando lá, encontramos um local muito diversificado e tivemos a oportunidade de observar mais de 6 500 espécies de plantas, distribuídas em uma grande área de 54 hectares. O local fica aberto de 08h às 17h e tem o ingresso no valor de R$15 reais.

Entre as figuras de maior destaque de lá estão: O Chafariz Central (Chafariz das Musas), a Casa dos Pilões, o Orquidário, o Jardim Japonês, o Museu do Meio Ambiente (primeiro da América Latina que se dedica à temática socioambiental), e a famosa Palmeira-imperial (local popular por fotos famosas e cenas em novelas).

Você sabia?
Duas curiosidades que achei interessante compartilhar:

1º: O Chafariz das Musas não tem bomba para puxar a água. O sistema hídrico do equipamento conta apenas com a força da gravidade para fazer a água jorrar.
2º: A casa mais antiga da Zona Sul ainda de pé é o Centro de Visitantes do Jardim Botânico. Construída em 1576, ela era a sede do Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa.

Como chegar?
Ônibus: Todas as linhas de ônibus que passam pelo Jockey têm ponto na Rua Jardim Botânico nº 1008.

Metrô: Os usuários do metrô podem pegar o ônibus de integração na Estação Botafogo e saltar na Rua Jardim Botânico nº 728, entrando no Jardim pela Rua Pacheco Leão nº 101. Para ir embora, o ônibus de integração para no ponto das tribunas do Jockey Clube, em frente à Praça Santos Dumont. Para os que saírem pela Rua Pacheco Leão nº 101, o ponto mais próximo está localizando na Rua Jardim Botânico nº 667.

Feira de São Cristóvão (RJ)

No período de festas juninas, uma ótima sugestão é ir na Feira de São Cristóvão, também conhecida como Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas ou Feira dos Paraíbas. O local ganhou nova roupagem, conta com aproximadamente 700 barracas, dois palcos para shows, praça de repentistas, museu e ótimos restaurantes.
dsc_0786-copiarO espaço, que funciona de sexta a domingo com programação ininterrupta, é um pedacinho do Nordeste no Rio de Janeiro. Além de ter uma ótima infraestrutura, lá também encontramos um povo animado, bem-disposto a comer, se divertir e dançar um forró. O local também funciona de terça a quinta-feira, porém é só para almoço.

Ótimo lugar para o povo do norte e do nordeste matar a saudade de casa, e também para o pessoal dos outros estados conhecerem um pouquinho das tradições nordestinas. A gastronomia do Nordeste é o que mais me atrai no local, comi um belo baião de dois com carne de sol no almoço, além de diversos doces durante o resto do dia. Adoro comer e um doce que nunca tinha provado e conheci no local foi a bala de cana, muito boa por sinal.

Não deixe de conhecer esse cantinho paraíba do Rio, vá a feira. Custa apenas R$ 5 reais, a meia-entrada.
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Museu de Arte Moderna (RJ)

O museu que fica localizado no Parque do Flamengo, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, apresenta uma estrutura inovadora.  Sua arquitetura é a obra mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy.  Apesar de o lugar ser lindo e contar com uma natureza alucinante, o local também está habitado por muitos moradores de rua, o que afasta um pouco o público, por medo de possíveis assaltos.
dsc_0750O espaço fica aberto à visitação de terça a domingo e conta com três andares de exposições. Achei o ingresso, no valor de R$14,00 reais, um pouco caro se compararmos com o preço das entradas dos outros museus do Rio.

Ainda assim, é um ponto turístico marcante e fundamental para quem quer fazer um tour completo pela cidade.

História
O episódio mais marcante da história do MAM ocorreu no dia 8 de julho de 1978, quando um incêndio causado ou por um cigarro ou por uma falha elétrica, destruiu 90% de seu acervo, principalmente obras de Picasso (cabeça cubista e um Retrato de Dora Maar), Miró, Salvador Dalí, Max Ernst, René Magritte, Ivan Serpa, Manabu Mabe e muitos outros, além de todos os trabalhos presentes em uma grande retrospectiva de Joaquin Torres García.

Após extensos trabalhos de restauração o Bloco de Exposições voltou, em 1982, ao funcionamento. Entre 1993 e 2002, o museu recebeu doações de coleções particulares de Gilberto Chateaubriand, cerca de 4.000 obras, inclusive telas de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e gravuras de Oswaldo Goeldi, entre outras.
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