Trilha e rapel na Pedra da Tartaruga

Eu ouvi você dizer medo?

Medo sempre foi um problema e uma solução em minha vida. Sempre tive medo do escuro, mas umas das exposições que mais amei foi a Diálogo no escuro, onde o visitante fica em um breu total. Sempre tive medo de perder pessoas que gosto e, após isso acontecer, amadureci e aprendi a dar mais valor a vida. Tenho medo constantemente de altura e vivo fazendo esportes que enfrento isso de uma forma drástica.

Novamente apareceu a oportunidade de enfrentar esse medo de altura. Tiver a chance de apreciar, mais uma vez, o prazer que é fazer rapel. Foi a minha segunda vez praticando esse esporte, mas foi a primeira vez que fiz na Pedra da Tartaruga.
A Pedra da Tartaruga é um refúgio rochoso com 98 metros de altitude, localizada na região das Praias Selvagens de Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Esse lugar fantástico fica dentro do Parque Estadual da Pedra Branca. Para chegar ao seu topo, você terá que enfrentar uma trilha leve, tendo raras dificuldades. Para os amantes da natureza, é um passeio que vale à pena mesmo se você não for fazer rapel. Vá cedo, pois o local nos fins de semana fica lotado.

O rapel de lá também é tranquilo, tem cerca de 40 metros de altura. Ele começa no formato positivo, com o praticante encostando o pé na pedra, e depois passa para o formato negativo, sem o contato dos membros inferiores com qualquer tipo de “meio”(pedra, parede, etc). O ponto crítico deste tipo de rapel é a passagem do positivo para o negativo, pois temos que ir nos aproximando aos poucos da pedra antes de desencostar de vez.

Quando for fazer procure um profissional qualificado para o esporte. Eu fiz com a empresa Trilhando Guaratiba. Equipe muito atenciosa e animada. Indico muito o passeio e a equipe.

Espero que essa publicação lhe encoraje um pouco a superar seus medos. Sei que parece clichê, mas quando nos superamos tudo que fazemos fica muito mais prazeroso.

Uma ilha chamada Paquetá

Paquetá: aquele cantinho no meio da Baía de Guanabara que, depois de horas de barca, lhe permite curtir um pouco de um passeio tranquilo. Assim resumo esse bairro. Apesar de gostar do lugar e de seus atrativos rústicos, afirmo que tem que ter bastante disposição para ficar 1 hora e 10 minutos dentro de uma barca para chegar até lá. No meu caso, que não moro na cidade do Rio, demoro mais tempo ainda para chegar.

Mirante do Parque Darke de Mattos

Para compreender o que estou dizendo, vou começar esse post explicando o que se deve fazer para chegar no local. Primeiramente, você tem que ir para a estação das barcas na Praça XV, pois é o único lugar que sai barcas para Paquetá. Se no seu caso você mora em Niterói, São Gonçalo ou ainda mais distante, assim como eu, o seu primeiro passo é pegar a barca de Niterói para o Rio, que dura cerca de 25 minutos de viagem. O processo é bem simples, é só ver no site da CCR Barcas os horários e assim segui-los. A parte mais cansativa do passeio é essa! Ficar esse tempo todo dentro de uma barca, tanto para ida quanto para volta.

Chegando no local, o passeio começa enfim a ficar um pouco mais interessante. Você terá algumas possibilidades de passeios, destaquei os que mais me interessam abaixo:

1 – Passeio de quadrículo ou pedalinho, para quem quiser relembrar a infância.
2 – Visitar a Pedra da Moreninha. Lugar que ficou famoso devido ao livro de Joaquim Manuel de Macedo, escrito em 1843. O romance “A Moreninha” é considerado o iniciador do “romantismo” na literatura brasileira.
3 – Conhecer o Parque Natural Municipal Darke de Mattos. O meu ponto preferido de Paquetá. É um ponto que da pra fazer piquenique e passear em família. Além disso, conta com um mirante de pedra bem interessante que dá uma vista linda.

Pedra da Moreninha

Além das coisas que destaquei, você também pode simplesmente dar uma volta na cidade ou parar em um dos bares e “tomar uma” com os amigos. Como disse, é um lugar bem calmo, então você pode ir só para desfrutar isso. É um ponto turístico que tem que ser visitado pelo menos uma vez na vida. Vá em família!

Outono no centro de Nova Friburgo

Frio… Outono… Friburgo. Este município localizado na Mesorregião do Centro Fluminense, nos permite vivenciar as peculiaridades da natureza e a culinária de bons restaurantes.

A cidade não é somente a capital nacional da lingerie. Ela também conta com uma gama de passeios e atividades que levam a cachoeiras, riachos, mirantes naturais e reservas ambientais. Como citei na parte superior, a gastronomia diversificada também merece uma atenção especial.

Infelizmente só tinha um dia de folga (=/), então fui para lá buscando encontrar possibilidades de passeios que agradasse toda a família em um só dia.  O roteiro ficou mais ou menos assim:

Pela manhã fomos direto para Olaria, em busca de comprar peças íntimas por bons preços. Logo depois, disparamos para a Praça do Suspiro que, além de contar com o letreiro de Nova Friburgo, tem o famoso teleférico de mais de 1500 metros de altura. Para almoçar escolhemos o Chimarron, rodízio de carne bom, bonito e barato. E para fechar o dia em meio à natureza fomos para o Country Club, um dos pontos mais belos da cidade e que tem entrada gratuita.
Foi um passeio rápido pelo centro da cidade e já deu pra curtir bastante coisa, imagina com mais tempo !? Logo logo farei novos post’s falando sobre as trilhas, os parques de Cascatinha, Jardim do Nego e também sobre a famosa Lumiar. Não daria para citar tudo em um post só. Mas fica aqui a minha dica para curtir o friozinho em boa companhia.

Country Club

Trilhando na Pedra Bonita

E, por fim, chegou a vez de trilhar na Pedra Bonita, talvez a pedra mais popular do Rio. É uma caminhada relativamente fácil, um pouco íngreme, o que traz um pouco de dificuldades, mas o percurso é possível de ser feito por pessoas de todas as idades, o que explica o porque de toda essa popularidade. O tempo médio de subida até o topo é de aproximadamente 40 minutos.
A caminhada tem início na Estrada das Canoas, em São Conrado. Depois de uma bela subida você irá encontrar dois caminhos possíveis: um vai para a rampa de Vôo Livre, o outro, com uma escadinha mais rústica, vai em direção a trilha.

Com uma altitude máxima de 696 metros, coberta, em algumas partes, de floresta de Mata Atlântica, este ponto turístico está localizado no Parque Nacional da Tijuca, mais precisamente entre a Pedra da Gávea e os bairros de São Conrado e Barra da Tijuca. Quando você chegar ao topo irá poder ver a Zona Oeste, grande parte da Zona Sul, a Floresta da Tijuca e a Pedra da Gávea. É um do melhores visuais do Rio.
Como chegar ?
Indo pela Tijuca: Na Praça Saens Peña na mesma calçada da C&A pegue o ônibus 301 direção ao Alto da Boa Vista, desça no Corpo de Bombeiros entre a Rua Boa Vista e Estrada das Furnas. Pegue o ônibus 448 e desça em frente a rampa de acesso a Pedra Bonita.

Indo de São Conrado: pegue o ônibus 448, em direção ao Alto da Boa Vista, próximo a entrada da Estrada das Canoas e desça em frente a rampa de acesso a Pedra Bonita.

Indo de Niterói: Pegue as barcas ou o ônibus 100/101 e vá em direção ao metrô. Desça na estação de São Conrado. Chegando lá, vá até o ponto de ônibus que fica na parte de trás do metrô, próximo a subida da Rocinha, e pegue o ônibus 448, em direção ao Alto da Boa Vista, e desça em frente a rampa de acesso da Pedra.

Um sonho chamado MAC

Oscar Niemeyer já dizia: “a gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem”. O MAC parece ter sido um daqueles sonhos que se acorda suando de tão impactante que foi. O Museu de Arte Contemporânea se tornou, além de um cartão-postal da cidade de Niterói, um expoente de cultura nacional. Em todos os países que passo as pessoas sabem que existe um famoso “disco voador” na cidade sorriso.
O museu, construído sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, possui uma fachada futurista que possibilita que o visitante desfrute de uma vista panorâmica. Para chegar no local o viajante deve, caso venha da cidade do Rio de janeiro, ir até a Praça XV e pegar as barcas. Chegando em Niterói, ir para o Terminal Rodoviário João Goulart e pegar o ônibus 47b, que passa em frente ao museu. Existem outras opções de ônibus que deixam próximo ao local, mas você terá que caminhar um pouco: 17 (Centro/Charitas);  32 (Centro/Cachoeira); 33 (Centro/Jurujuba); 46 (Centro/Várzea das Moças); 47A (UFF Circular); 47 (Centro/Vital Brazil); 49 (Fonseca/Icaraí – circular); 53 (Centro/Santa Rosa); 60 (Ilha da Conceição/Icaraí – circular); 740D (Copacabana/Charitas); 750D (Gávea/Charitas); 760D (Galeão/Charitas); 775 (Gávea/Charitas)

O espaço conta, atualmente, com diversas exposições internacionais e atividades culturais e educacionais. Além disso, quem não tiver interesse em entrar no museu também pode apreciar a vista no pátio, que fico do lado externo, ou ir comer uma boa comida no bistrô.

Para os interessados em visitar, seguem alguns dados importantes:

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº, Boa Viagem
Funcionamento: Museu, de terça a domingo, das 10 às 18h; Pátio, de segunda a domingo, das 8 às 18h (no horário de verão o pátio funciona até às 19h); Bistrô, de terça a sexta, das 10h às 17h | sábado e domingo, das 9h às 18h
Preço: R$10 (inteira / R$5 (meia)

Valeu a pena tudo… até o boi

Chegou domingo…tempinho legal, passeio combinado:Feira de São Cristóvão. Pessoas escaladas para o “tour”: Eu (carregando meus acessórios de sempre na sacolinha), marido (cheio de disposição, agradando a todos), filho (como sempre, lindo, simpático), minha sobrinha Renata (ótima companhia, animada, comunicativa, sempre pronta para selfies) e Ana (grata surpresa dos últimos tempos, #afinidademãefilhoana).
Chegando na feira já começamos a tirar fotos, primeiro foi Gonzagão, depois o boi… Muito interessante dizer que nem entendi porque tiravam tanta foto com aquele boi, mas pensei “Por que não tirar?” Fui na onda, posei e tirei uma foto onde os chifres se destacavam mais que a minha pessoa de um metro e cinquenta e um…rss. E por falar em boi, andando mais um pouco na feira, percebemos logo que teríamos que decidir onde iríamos almoçar. Passamos por muitos restaurantes, e eram muitas as ofertas e garantias de melhor comida, melhor preço, melhor serviço. No final nos decidimos, não sei se foi o melhor para todos, mas o importante é que tinha meu prato preferido: bife com muitas batatas fritas.

Após o almoço resolvemos ir embora, já tínhamos visto tudo, não tínhamos a intenção de comprar nada mesmo, ninguém estava no clima para dançar…mas valeu, porque passear com a família, com amigos, sempre vale a pena.

Subindo a Pedra do Elefante

Minha primeira trilha feita em Maricá deixa ótimas recordações.  A trilha da Pedra do Elefante, ou Alto Mourão, além de ter um visual deslumbrante, tem partes bastantes desafiadoras e divertidas.
Esta pedra é o ponto mais alto da Serra da Tiririca. Com 412 mts de altura, está localizada entre as praias de Itaipuaçu e Itacoatiara. Do seu cume temos uma incrível visão de 360º, onde podemos contemplar as montanhas do Rio, o Costão de Itacoatiara, toda a Região Oceânica de Niterói, as praias de Itaipuaçu e Maricá e as ilhas Maricás.

O percurso é dividido em duas etapas: uma trilha leve, que dura cerca de 40 minutos, e a temida subida da pedra, que dura em torno de 20 minutos.

A trilha, bem demarcada, é de subida constante e tem como seu ponte chave o encontro do primeiro mirante, que da vista para o Costão de Itacoatiara. É uma subida fácil e que causa pouco esforço mesmo as pessoas que não estão acostumadas em trilhar.

Depois de passar pelo mirante e de caminhar por mais alguns minutos encontra-se a pedra. Muitos grupos utilizam corda nesta parte, mas como nem eu e nem meus amigos tínhamos corda, fizemos no “braço” mesmo. Muitas pessoas que tem medo de altura desistem nessa hora, mas eu indico fazer o contrário, aproveitar esse momento e superar o seu medo, até porque no final terá uma ótima recompensa. Para subir e descer é só utilizar como apoio as fendas que tem pela pedra. A trilha é considerada de nível moderado exatamente por causa desta parte.

Utilize aos mãos e os pés. Suba e desça pouco a pouco, mas não deixe de tentar. O visual de lá do alto é deslumbrante.
Como chegar?
A entrada da Pedra do Elefante fica localizada próximo ao Mirante da Estrada de Itaipuaçu (RJ-102). Partindo de Niterói as opções são as linhas 38, 46 e 52. Para quem vai sair do terminal eu indico o 38. Partindo do centro do Rio, pegar na Presidente Vargas/Central do Brasil a linha 770.

Um bom lugar

Amanheceu…olhei para o celular que estava ao meu lado e vi que se aproximava da hora de sairmos.
Levantei, peguei uma sacolinha preta (muito utilizada nessas ocasiões) e comecei a colocar tudo que iria precisar para o passeio com meu filho: Sombrinha, dipirona, remedinho para gases, um rolo de papel (aquele que todos nós usamos diariamente…rss), carteira, celular, uma garrafinha d’água (essa não podia faltar).

Antes de relatar o passeio, não posso deixar de colocar essa observação: Sair com alguém do sexo masculino que mora com você, seja filho ou marido, a cena sempre será a mesma, a pessoa vai acordar bem mais tarde que você, vai se arrumar rapidinho e vai te perguntar com uma expressão de “não estou entendendo”: – Ainda não está pronta? (poderia dizer que acordei cedo, fiz café, lavei louça, passei…melhor não…rss). Sem argumentos, só pedi pra dar uma última ida no banheiro. E lá fomos nós.

O tempo estava ótimo para o passeio, acertamos ao escolher aquele domingo, nosso programa era ao ar livre e nosso destino era o Parque Lage. Ao chegar, me deparei com um lugar simples e agradável. Era lindo de se vê  aquela estrutura antiga, com um gramado onde crianças, idosos, jovens, simplesmente contemplavam a natureza, “curtindo”cada um à seu modo, aquele dia de céu azul. Eu, por minha vez, sentada com meu filho em um dos bancos, tentava fazer selfies. De um lado do gramado, estavam algumas moças fazendo bordados, como que esquecidas no tempo, de outro uma moça que desenhava a paisagem sem perceber que ela com sua beleza peculiar poderia fazer parte do seu desenho, tamanha era a proximidade dela com aquela beleza em sua volta.

Um lugar calmo e sereno que me trouxe a memória boas recordações, como a lembrança do filme “Um lugar chamado Notting Hill”, onde a simplicidade, o amor, se traduziu na última cena.

Em resumo, apreciei o passeio dessa forma, e ele foi assim, bom e prazeroso, não usei os medicamentos, nem a sombrinha, não usei nada, só bebi a água da garrafinha. Pegamos o “Bus” e voltamos para casa com a sensação gostosa de ter ido em um bom lugar.

O Rio aos “olhos” do Mirante Dona Marta

Poucos lugares mostram o Rio de uma forma tão clara. A 362 metros de altitude, o mirante apresenta o Pão de Açúcar, o Maracanã, a Baía de Guanabara, o Cristo Redentor, de uma forma limpa, como se fosse uma pintura recém criada.
Localizado no Parque Nacional da Tijuca, Santa Teresa,  o mirante pode ser encontrado através do percurso feito por carro/moto ou através da trilha. Não tem como subir de ônibus até lá em cima. Existem três caminhos possíveis:

De carro (saindo de Cosme Velho): Você vai seguir como se fosse para o Corcovado. Suba pela Estrada das Paineiras. Ela começa a Rua Alm. Alexandrino, na altura do nº 5088. Quando chegar à rotatória, siga pela esquerda em direção ao Mirante.

De carro (vindo pelo Parque Nacional da Floresta da Tijuca): Pegue a Estrada do Redentor e siga até o final. Quando você passar pelo Hotel das Paineiras, haverá uma bifurcação, siga pela direita, pegando a Estrada das Paineiras.

A pé ( pela trilha até o Mirante Dona Marta): Vá até o alto da Favela Santa Marta, usando o elevador inclinado, onde começa a trilha. São 30 minutos de caminhada, dependendo do seu ritmo. É um caminhada bem fácil.

Não é um lugar difícil de chegar, por isso encontra-se por lá pessoas de todas as idades. Ou seja, além de ser um lugar lindo é diversificado.
Um pouquinho de história…
O nome do lugar surgiu no final do século XVII, quando o padre Clemente comprou terras ali e deu ao morro o nome de sua mãe, Marta, para homenageá-la pouco depois da sua morte. Séculos depois, uma imagem de Santa Marta foi levada para o alto do morro e construíram uma capela para ela. A Favela Santa Marta começou com os funcionários do Colégio Santo Inácio, que receberam parte do terreno para a construção das casas.

Nos canyons de Capitólio

Mais uma vez fui em busca de destrinchar ainda mais o estado mineiro. A cidade escolhida dessa vez foi Capitólio.

Mirante dos Canyons

A grande dúvida desta viagem era em como ir…??? Poderia ir de carro, de excursão, de ônibus (com bastante ajuda divina), entre outras possibilidades. Escolhi ir de excursão. Você deve está se perguntando: mas por que excursão ? (caso não esteja pule esta parte e vá direto para o roteiro).

A excursão, apesar de tirar um pouco de sua liberdade, facilita em muitos outros aspectos, pelo menos no meu ponto de vista. Além dela facilitar na hora de fazer amigos, ela também te permiti chegar descansado no lugar, ou seja, é uma ótima escolha para viagens de curto período. Depois de dirigir por 9 horas o pique para fazer uma trilha já não seria mais o mesmo, concorda? Então ir no ônibus dormindo ajudaria muito nessa parte, ainda mais se você for em um feriado, assim como eu, e não puder perder nenhum minutinho de curtição.

Voltando aos passeios…Apesar de o tempo está bem instável acabei dando muita sorte, conseguindo fazer os passeios planejados e curtindo todas as possibilidades.

No primeiro dia fomos ao Mirante dos Canyons, para garantir a foto mais famosa do lugar, logo depois fomos as cachoeiras que tem ali por perto, a menos de 200 metros de distância. Existem duas possibilidades de percurso de cachoeiras: 1 – O Circuito das Cachoeiras, gratuito, que apresenta cachoeiras belíssimas e com estruturas um pouco mais rudimentares; 2 – O Circuito das Três Cachoeiras que custa R$5,00 e não tem cachoeiras tão impactantes, porém, lhe dá a oportunidade de acampar no local.

O segundo dia, foi dia de explorar a Trilha do Sol. A trilha cercada por diversas belezas naturais nos dá a possibilidade de conhecer três lindas cachoeiras: Cachoeira No Limite, Poço Dourado e Cachoeira do Grito. A do grito é a mais interessante para passar mais tempo, por se tratar de uma cachoeira maior e com maiores atrativos. Dica: existe um ponto das pedras desta cachoeira que as pessoas utilizam para ficar pulando no poço, ótima dica de brincadeira para que não tiver medo de altura e souber nadar.

Deixamos o passeio de lancha pelo Lago de Furnas para o terceiro dia, para fechar com chave de ouro. O passeio, ao som do “batidão carioca”, é bastante divertido devido a grande quantidade de cachoeiras que vão sendo encontradas pelo caminho e, principalmente, pelas manobras da lancha sobre uma água cristalina.

Passeio de lancha pelo Lago de Furnas

A viagem foi rápida mas muito intensa. Conheci muita gente boa, que vou guardar pra sempre na memória. Me diverti muito em todos os momentos, inclusive à noite que não tinha muita coisa para fazer por lá. Por isso que eu sempre repito: o lugar pode ser incrível (como realmente é), mas quando a companhia é boa tudo fica ainda melhor!