Lobo Hostel Bar: o melhor lugar para ficar em Cabo Polonio

Antes de começar a ler o post, saiba que poucas vezes elogiei tão escancaradamente um lugar, mas lhe garanto que quando for lá entenderá os meus motivos.

Cabo Polonio é um cantinho mágico do Uruguai (como explico neste link) e o Lobo Hostel Bar complementa essa magia de forma brilhante, dando a alegria necessária que o lugar pede em certos momentos.
O hostel está localizado na avenida principal, a vinte metros do mercado local, a cem metros da praça central e a poucos metros da praia Skull, uma das praias mais importantes da região. Lá você poderá encontrar uma casa com sala compartilhada, cozinha interna, chuveiros de água quente, espreguiçadeiras e diversos tipos de quartos. A maioria dos quartos são compartilhados, mas se você é mais reservado o local também conta com um quarto duplo ou individual.

Além de todas as características básicas de um bom hostel, no local também podemos encontrar um restaurante, que serve almoço e jantar, e um grande bar com diversos coquetéis, todos com descontos para os hóspedes. A parte mais legal deste bar, além da ótima comida, é a abertura que ele dá para músicos de diversas origens e gêneros. Foi lá que eu conheci a verdadeira La Rumbia.

Sala compartilhada

Posso indicar o lugar com tranquilidade e satisfação, pois sei que quem for será muito bem tratado e irá alcançar todas as ferramentas necessárias para encontrar paz, harmonia e diversão.

Histórias, caminhos e conquistas

Quem já não se reuniu com a família e começou a recordar histórias engraçadas que aconteceram à muitos anos atrás, onde a falta de dinheiro era uma das principais dificuldades, mas que hoje em dia, provoca gargalhadas incontroláveis.

Foi num desses dias, que eu e meu filho começamos a lembrar das dificuldades financeiras de quando ele era criança. “Oh” coisa boa… rir de uma fase da vida que só nos acrescentou, e saber que quem nunca foi pobre jamais vai dar valor.

É engraçado como lembro de coisas que aconteceram também na minha infância e me pego rindo sozinha, lembrando por exemplo, da esteira que minha mãe me mandava comprar (muitas vezes fiado) na Quitandinha. Carregava a esteira nas costas (aquela que seria a minha cama e a de meus irmãos) sem nenhum constrangimento, desfilando pela rua. “Ah” … eu era feliz e não sabia.

Meu filho, hoje com vinte e cinco anos, já mostra sinais de saudosismo. Conversando comigo em outro dia, lembrou que eu gastava o pouco dinheiro que tinha para levá-lo ao cinema, mas a pipoca tinha que ser feita em casa, ele achava um tremendo mico, porém eu achava tão prático, estava resolvendo um problema, o lado financeiro era escasso. Falava pra ele: – Meu filho, aquele pacote enorme que eles vendem lá é pura ilusão, podemos levar a pipoca discretamente na bolsa, ninguém vai reparar (risos).

Outra coisa que eu fazia com ele, tadinho, hoje em dia fico com pena, para conseguir pagar o lanche no McDonald’s, tínhamos que ir andando (cerca de 30 minutos) até o local e na volta a mesma coisa, porque o dinheiro era contado. Porém, o meu garoto, muito gordinho, topava a empreitada! Para ele valia mais o lanche, a companhia, as gargalhadas de nós mesmos quando no calor do verão as “cordinhas” pretas no pescoço e nos pés, marcadas pelas sandálias, provavam que andamos um bocado.
São muitas as histórias para compartilhar com a família e os amigos. Momentos que vão se tornar inesquecíveis e sempre irão nos fazer gargalhar quando lembrarmos.

Meu filho hoje viaja, passeia por diversos lugares e tem o privilégio de comer em vários restaurantes, mas sei que ele nunca vai esquecer da pipoca e daquele “lanchinho suado”, porque nessa vida tudo tem mais valor quando é conquistado.

A vez que o Jeca salvou o dia

Vou te falar que minha história não começa feliz…

Tínhamos acabado de chegar na cidade. Assim que chegamos começou a chover. A chuva durou o dia todo. Não cessou nem por um segundo. Já estávamos frustrados. Aí… chegou aquela hora boa: comer! Não podíamos errar no jantar e também não podíamos ir muito longe, pois sabe como é né?! A vila de Maromba (Itatiaia/RJ) fica em um local que a mistura de lama com asfalto, depois de muita chuva, fica inevitável.

Depois de muito rodar, por onde era possível, acabamos parando no restaurante com o nome mais inusitado, o Jeca Tatu. A escolha foi assim mesmo, não teve embasamento ou indicação, foi pura intuição, mas posso afirmar que a partir dessa escolha aquele primeiro dia de viagem começou a ser lembrado de uma forma mais prazerosa.

Restaurante Jeca Tatu conta com um ótimo atendimento e uma música ambiente muito animadora, ainda mais naquele tempinho frio. Sabe aquele cantinho que você vai e te faz lembrar do clima e sabor do interior? Então, lá é assim. O ambiente é leve, harmonioso e dá vontade de ficar mais. Além disso, tem a principal coisa que, na minha opinião, um restaurante deve ter: uma comida muito boa e barata!

Comemos um belo baião de dois, como pode ver na foto que está na parte inferior. Ele serve tranquilamente 3 pessoas e fica custando no máximo R$30,00 para cada, ou seja, dá pra ficar estufado comendo bem, o quê pode ser melhor?! (risos)

O local me animou tanto que no final de um dia que estava sendo chato eu já estava até acompanhando os músicos cantando uma música que eu nem conheço.

Desbravando a Pedra de Itaocaia

Em busca de uma nova trilha para seguir… fui parar mais uma vez em Maricá. Lá, encontrei a Pedra de Itaocaia, localizada na região da Fazenda Itaocaia, em Itaipuaçu. Ponto que, apesar de contar com uma área natural singular, sofre com a expansão imobiliária, que vem, há muito tempo, diminuindo os caminhos para se chegar ao topo da pedra, de 389 metros de altura.

O percurso é de nível leve para moderado e não é muito frequentado, ou seja, tem muitas partes de pedras pelo caminho e de vegetação coberta. Se também quiser conhecer esse percurso, terá que caminhar por 1h40 (ida e volta) em meio a partes fechadas, escorregadias e algumas escalaminhadas.

A trilha começa no extremo sudoeste da pedra, praticamente nos fundos do terreno de número 331, na rua 5. O caminho é ao lado direito do terreno. Chegando no local, logo pode-se encontrar um placa dando as especificações sobre a trilha e indicando onde ela inicia.

Agradeço a galera do Pitbull Aventura pelo convite. Além de ter conhecido um lugar espetacular, também fui muito bem tratado durante todo o trajeto.
Como chegar à trilha?
O ponto de referência é o posto de gasolina da entrada da Rua 1. De lá, deve-se seguir pela Estrada de Itaipuaçu no sentido Recanto e virar na próxima rua à direita. A trilha começa no lado direito do próximo cruzamento em “T”. Não é um ponto fácil de chegar, deixo um mapinha na parte inferior para tentar dar mais uma ajuda.

História curiosa do local ou lenda?
De acordo com o naturalista inglês Charles Darwin, que esteve na Fazenda Itaocaia no século XIX, a Pedra de Itaocaia foi palco de uma tenebrosa história. Darwin narrou que durante a sua estadia no local, uma escrava em fuga lançou-se no precipício de cima da Pedra de Itaocaia após ter jogado a filha do fazendeiro no tacho de melado, por vingança e ciúmes. Segundo Charles Darwin, também havia um quilombo no topo da pedra, onde os escravos da região fugiam e iam para lá. Porém, o mesmo não durou muito, pois fazendeiros se juntaram para acabar com o esconderijo.

Uma tarde no museu – 2

A palavra é essa: encantada. Gostei demais do último passeio que fiz com o meu filho. Visitamos dois museus: o do Rio e o do Amanhã. Quando chegamos no Rio andamos das barcas até aos museus, e só nesse trajeto eu já senti que valeu a pena ter saído de casa. Na minha opinião visitar museu significa somar conhecimentos, só o ambiente já causa um bem estar inexplicável. É um espaço que mostra o mundo de uma forma diferente, através de vários tipos de artes, de propostas novas, como é o caso do Museu do Amanhã, que através de telões (se é que pode ser chamado assim) nos mostra um mundo de beleza sem igual, mas em ebulição, em processo de corrosão. Lembrei de quando dava um presente para o meu filho, ainda bebê, e ele quebrava, danificava, e às vezes não tinha recuperação.

Gostei muito, porque saí de casa, porque estava em ótima companhia e porque gosto de cultura e de tudo de bom que nos proporciona.

A jovialidade do Hostel Suites Florida

Este lugar, que combina diversão com o espírito aventureiro, dá um ar mais jovial a Rua Florida. O Hostel, devido ao seu espaço diversificado, possibilita muita interação entre os hóspedes e, dessa forma, acaba animando um pouco mais a rua, principalmente no período da noite. Além disso, está situado no coração de Buenos Aires, ou seja, a poucas quadras dali estão o Obelisco, as famosas Avenidas Corrientes e 9 de Julio, o Teatro Colón, a Plaza de Mayo, o Congresso Nacional, a Casa Rosada e todos os transportes públicos necessários para os seus passeios. O metrô fica à 5 minutos a pé do local.
Posso frisar também a boa infraestrutura do espaço. Conta com diversos tipos de quartos, oferece café da manhã, doze computadores com internet e WiFi gratuito. Também possui uma área comum para fazer amizades e compartilhar histórias. Eu fiquei em um quarto misto para 8 pessoas que tinha: camas bem confortáveis, ar-condicionado, banheiro privativo, lockers grandes (cabia minha mala inteira) e um precinho bem camarada. No site e no booking é possível fazer uma estimava dos valores de cada quarto.

Um outro ponto positivo do hostel está em seu subsolo: o Fusion, um dos bares mais populares do centro da cidade. Alí, em meio à boa música e drinks, se reúnem jovens locais e extrangeiros, formando um ambiente ideal para os turistas conhecerem novas pessoas, trocarem contatos e se divertirem ainda mais.

Depois de todos esse detalhamento posso afirmar que gostei bastante do lugar. Fiz amigos, me diverti e fui bem atendido. Não tenho nenhuma reclamação para fazer, pelo contrário, acho que se você gosta de zoar bastante e ficar próximo aos pontos mais badalados da cidade, o Hostel Suites Florida, no meu ponto de vista, é a melhor escolha.

Saiba mais sobre as novas regras que permitem as cobranças de bagagens despachadas

Já percebeu que desde o início de junho algumas empresas nacionais começaram a cobrar um valor para bagagens despachadas? Se ainda não se ligou nessa nova estratégia empresarial comece a ficar ligado, pois agora existe mais uma taxa para você pagar.
As alterações nas regulamentação do transporte aéreo brasileiro foram aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com a revisão das Condições Gerais de Transporte (CGT). A agência entende que as mudanças representam um avanço importante para o setor e que irão beneficiar os passageiros através da redução dos preços das passagens e de uma maior clareza em relação às obrigações das companhias aéreas em várias situações. Também há o objetivo de aumentar a concorrência, permitindo a criação de companhias de baixo custo (low cost) no Brasil.

Além disso, as empresas aéreas afirmam que estão seguindo uma tendência mundial, alegando que essas transformações estão ligadas a um novo conceito que permitirá que você escolha a melhor forma de viajar pagando apenas pelos serviços que deseja utilizar.

O que você acha realmente disso tudo? Esse novo “benefício” está compensando a sua vida de turista ou é só mais uma táctica para as grandes empresas ganharem dinheiro?

Lembro também que houve mudança no peso da mala de mão, se antes ela só poderia ter 5 kg, agora é permitido entrar no avião sem pagar nada com até 10 kg. A mala de mão deve medir, no máximo (com bolsos, rodas e alças incluídos), 55 x 40 x 20cm quando for Gol, Azul e Avianca ou  55 x 35 x 25cm quando for Latam.

Abaixo segue um panorama dos valores cobrados atualmente pelas empresas aéreas nacionais. A imagem destacada na parte inferior foi retirada do site g1.globo.com e foi atualizada de acordo com o período que estamos vivendo.

Abraçando a arte no MAR

O Museu de Arte do Rio é composto por dois prédios de estilos arquitetônicos totalmente diferentes: o diversificado Palacete Dom João VI e uma construção que originalmente funcionou como terminal rodoviário. O espaço nos aproxima da arte de tal forma que nos faz sentir abraçado.
O passeio começa no terraço, com uma vista deslumbrante para a zona portuária, sem dúvidas minha parte preferido do museu. Em seguida, o visitante percorre os quatro andares do Palacete, que abrigam exposições temporárias e obras do acervo permanente – documentos, aquarelas de Santiago Calatrava e uma escultura de Aleijadinho. O museu, localizado na Praça Mauá, fica abeto de terça a domingo, das 10h  às 17h, e tem o ingresso no valor de R$20 reais, sendo que às terças a entrada é gratuita.
Vale destacar que o museu foi premiado com o título de melhor construção de 2013, ano da sua inauguração, na categoria museu, pelo voto popular, do maior prêmio internacional de arquitetura do mundo, o Architizer A+ Awards. O MAR concorreu com os museus Heydar Aliyev Center (Azerbaijão), New Rijksmuseum (Holanda), Zhujiajiao Museum of Humanities & Arts (China) e com o Danish Maritime Museum (Dinamarca).

Indo ao 41º andar para comer no Terraço Itália

A Home do site do restaurante Terraço Itália é iniciada com a seguinte frase “Um ótimo motivo para subir até o 41º andar”. Será que podemos acreditar nisso?

Bom… Não sou um especialista em gastronomia, mas posso dizer que já comi em muitos lugares e é essa experiência que utilizo para dar as minhas opiniões sobre o tema. Eu adorei! Posso dizer tranquilamente que adorei. O lugar, além de ter ótimas opções de pratos, conta com mais duas outras coisas impactantes: uma vista única da cidade de São Paulo e o som de um piano bem tocado.
Pelas informações que consegui obter, o restaurante, que fica na Avenida Ipiranga – 344 , conta com essas opções de reserva: Almoço, Jantar Nobre ao som de piano, Jantar Panorama música ao vivo e Jantar São Paulo ao som de piano. As opções não são baratas. As massas partem de R$90 chegando a R$180. O menu degustação custa em torno de R$230. Realmente dói o bolso, mas as partes boas são que os pratos demoraram cerca de 15 minutos para chegar, a porção é bem generosa e a apresentação é nível “Masterchef”.

Eu comi esta opção: Massa seca com funghi e camarão flambado ao brandy

O Terraço Itália, em funcionamento desde 1967, goza de todo prestígio e requinte necessário para um bom restaurante, mas possui um menu que não é acessível para todos os públicos. No lugar, você provavelmente irá encontrar pessoas de boa situação financeira ou curiosos, assim como eu, que vão nesses tipos de restaurantes apenas uma vez na vida (risos).

Rumo a Praia do Perigoso

Quer ficar sem fôlego? Então pense em uma praia selvagem, praticamente deserta, que lhe permite contemplar o mar e a Pedra da Tartaruga e, além disso, é um recanto de sossego.

Lhes apresento a Praia do Perigoso. Uma das 5 praias do Rio considerada selvagem. Essas praias recebem esse título porque não sofreram nenhum tipo de intervenção humana no seu entorno. Para chegar até elas, geralmente, é necessário fazer uma trilha.
Como chegar?
O visitante pode ir através de transporte público ou de carro. Confesso que em Guaratiba nunca fui de ônibus por causa da distância, mas também deixo essa opção abaixo para quem tiver essa disposição. Vale destacar, também, o valor caríssimo das vagas para carros, indico achar algum lugar um pouco mais distante, pois o quanto mais próximo do início do percurso mais caro fica.

Carro: Pra quem vem de Niterói, Centro, Zona Sul e Barra da Tijuca seguir pela Avenida das Américas até chegar ao Túnel Vice-Presidente José de Alencar. Passando o túnel pegar o retorno para a entrada de Barra Guaratiba e pegar a estrada Roberto Burle Marx e seguir até o final da via. Pra quem vem via Campo Grande, seguir em direção à Barra da Tijuca e pegar a entrada de Barra de Guaratiba e seguir pela estrada Roberto Burle Marx e seguir até o final da via.

Transporte Público: Pra quem vem de Niterói, Centro, Zona Sul e Barra da Tijuca a melhor opção é seguir até o Terminal Alvorada e de lá pegar o BRT para soltar na estação Ilha de Guaratiba. Chegando lá será preciso pegar o ônibus 867 da Auto Viação Jabour (Campo Grande x Barra de Guaratiba) e descer no ponto final. O mesmo vale para quem vem via Campo Grande. A linha 867 (Campo Grande x Barra de Guaratiba) sai da Rodoviária de Campo Grande e vai até o ponto final na Praia de Guaratiba.