Todo dia é Natal em Gramado

Como já dizia Hamilton Wright Mabie, bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor. Ele estava se referindo ao Natal. Foi exatamente por esse motivo que resolvi mudar a minha organização e, pela primeira vez, ir viajar para um lugar na alta temporada, mesmo sabendo que iria gastar mais do que de costume. A magia do Natal Luz merece essa exceção!

Claro que não fui apenas para ver a iluminação da cidade (vale frisar que é extraordinária), mas também para consumir toda a riqueza turística que esse município, símbolo de segurança e organização, oferece.

Pórtico

O primeiro passo do percurso foi ir do Aeroporto de Porto Alegre para Gramado. Já adianto que é bem fácil, basta caminhar até o final do aeroporto e encontrará um guichê da empresa Citral. Para maiores informações e dúvidas pode acessar esse link.

Chegando na cidade, existem algumas programações possíveis de serem feitas. Irei destacar para vocês todas que fiz, menos as relacionadas ao Natal Luz, pois elas mudam todo ano, então é mais indicado dar uma olhada na época. Ah, o preço que paguei em certas atrações também devem estar mais caros do que na baixa temporada.

DIA 1
Como sempre digo, o primeiro dia é aquele momento de adaptação, então não dá pra fazer tantas coisas, mas com a ajuda do Uber , consegui ganhar tempo e fazer passeios bem interessantes. Destaco também a organização prévia. Um bom planejamento é fundamental para que tudo dê certo. Não estou falando de fazer tudo calculado e esquecer de viver o momento, mas sim de se estruturar para que as coisas aconteçam da forma que você espera.

Pórtico via Nova Petrópolis
Este é o mais antigo dos dois. Foi inaugurado no dia 6 de janeiro de 1973, com inspiração no estilo bávaro. A base é constituída de pedras e o topo de madeira. Ao lado, há jardins belíssimos que também merecem sua visita.
Endereço: Av. das Hortências, Gramado – RS, 95670-000

Mini Mundo
Parque em miniatura, tendo como destaque uma espetacular maquete. É um lugar ótimo para passeios em família. A criançada adora.
Valor: R$36
Horário de funcionamento: Diariamente, das 9h15 às 17h
Telefone: (54) 3286-4055
Endereço: Rua Horácio Cardoso, 291

Lago Negro
Um lago artificial situado no Bairro Planalto. Aberto diariamente, oferece passeio de pedalinhos, bar, restaurante e loja de conveniências.
Horário de funcionamento: Diariamente, das 8h30 às 19h
Endereço: Rua A. J. Renner, em frente a Associação Cultural Gramado e a Alameda do Artesanato

Rua Coberta
A charmosa galeria coberta de vidro e trepadeiras, reúne bares, cafés, bistrôs e lojas de roupas. Talvez seja o ponto mais movimentado do centro da cidade. O Natal luz nesse local é encantador.
Endereço: A “rua” fica na Avenida Borges de Medeiros.

DIA 2
O segundo dia, como já é de costume, estava mais esperto e preparado para o que tinha planejado. Esse dia não tem tanta coisa descrita abaixo, pois grande parte dele foi passeando em Canela, lugar que também irei descrever futuramente em um post. Aguarde, irei detalhar tudo direitinho.

Snowland
É o parque de neve mais famoso do Brasil. Possui 16 mil metros quadrados, sendo 8,1 mil m² dedicados à experiência com a neve. Era o passeio mais esperado e, apesar de ser menor do que imaginava, superou minhas expectativas.
Valor: R$170
Horário de funcionamento: Segundas a quintas-feiras das 9h às 18h, sextas, sábados e feriados das 9h às 20h, e domingos das 9h às 19h
Telefone: (54) 3295-6000
Endereço: ERS-235, 9009

Snowland

DIA 3
Este dia foi totalmente dedicado ao Tour no Maria Fumaça. Embaixo detalho a programação, e vocês vão entender porque não dá para fazer outra coisa no dia. Saí do hostel às 7h30 e só voltei às 22h.

Tour Maria fumaça
O passeio de Maria Fumaça acontece no Tour Uva e Vinho. A agência escolhida busca você no hotel pela manhã e te conduz durante todo o passeio. Durante o percurso, pelo menos no que eu fiz, estava incluso degustação de vinhos, queijos e espumantes, além da visitação a duas vinícolas, a queijaria Fetina de Formaio, a Tramontina, a malharia, ao labirinto verde em Nova Petrópolis e a Praça das Flores. Além de tudo isso, também está incluso o ingresso para o parque temático Epopéia Italiana.

Durante o passeio no Maria Fumaça acontecem apresentações com músicas e danças italianas.

Maria Fumaça

DIA 4
Este foi o dia mais complicado de achar passeios, pois o tempo não estava tão firme. Acabei tendo uma grata surpresa com o Parque das Lavandas, e uma decepção gigante com o Museu Super Carros, escolhi nem detalhar informações sobre ele, de tão caro e chato que foi.

Le Jardin – Parque de Lavandas
Parque super bem cuidado, com muitas espécies de lavanda (obviamente) e uma estufa. Um passeio gratuito, com uma proposta muito original.
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h30 às 17h30
Telefone: (54) 3286-4280
Endereço: ERS-115, 37700

Le Jardin

DIA 5
Entre várias opções de programação para fechar o último dia de passeio, creio que escolhi a melhor. Fechar a viagem, na cidade que tem o maior espírito natalino do país, visitando um local totalmente estruturado com a magia do Natal foi lindo demais. As cores, os brinquedos, as renas, tudo fez remeter aquela ilusão infantil da chegada do Papai Noel. É um lugar excepcional.

Aldeia do Papai Noel
Parque temático de Natal com a casa do Papai Noel, fábrica de brinquedos, neve artificial, trem e monotrilho.
Ingresso: R$35
Funcionamento: 09:00 às 17:30. Informamos que a bilheteria do parque encerra 30 minutos antes do fechamento dos portões.
Endereço: R. Bela Vista, 353 – Centro, Gramado – RS, 95670-000

Aldeia do Papai Noel

Conhecer Gramado foi uma experiência enriquecedora, criei um novo olhar sobre o Natal e também compreendi que é possível existir no Brasil uma cidade que tem segurança, organização, honestidade etc, basta as pessoas de bem começarem a batalhar e cobrar por isso, e os governantes entenderem o que significa caráter. Eu vivi um sonho que espero que se torne realidade.

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Contemplando o Rio através da Vista Chinesa

O monumento, construído no início do século XX em homenagem aos chineses e a importação do cultivo de chá no Brasil, oferece aos visitantes um amplo panorama do Rio de Janeiro, possibilitando uma visão privilegiada do Cristo Redentor, Baía de Guanabara, Pão de Açúcar, Lagoa Rodrigo de Freitas, praias de Ipanema e Leblon, além do Morro Dois Irmãos, ícones do turismo carioca. Acho que depois de destacar os lugares que o mirante contempla, nem preciso reafirmar que a visita vale super a pena, né?

A trilha, de nível leve, tem fácil acesso e é totalmente pavimentada, ou seja, é possível ir a pé, de bike, de carro etc. Apesar da subida ser um pouco íngreme, não é exigido um grande preparo para chegar ao final de um dos picos mais bonitos da região.
Como chegar
O caminho mais rápido para quem está na Zona Sul é pelo bairro do Jardim Botânico pela Rua Pacheco Leão e estradas da Castorina e da Vista Chinesa. Quem vem da região da Tijuca ou Barra, pode pegar a Rua da Boa Vista ou Estrada das Furnas.
A melhor forma de agradecer por estar em uma cidade com toda essa riqueza natural é aproveitando em grande estilo, curta o Rio!

Cheguei a Trancoso ou ao paraíso?

Cheguei a simpática vila de Trancoso achando que já tinha visto o melhor da Bahia. Então, fui sem expectativas, basicamente só pra concluir o circuíto que havia planejado. São nessas horas que sempre somos surpreendidos, não é mesmo?

A cidade que foi fundada pelos Jesuítas, no início da colonização portuguesa, como aldeamento para catequização dos índios, nos faz lembrar aqueles filmes hippies dos anos 70. Mistura paz, energia, alegria.

Sentado nos gramados do Quadrado, pude vê as crianças brincando como se não existisse violência no Brasil. Despreocupadas, elas só riam e se divertiam. Fez parecer improvável uma infância nas favelas do Rio, assim como a minha.

Trancoso parece ser uma música que fala de sonhos bons. Entrega a sua verdade na poesia dos seus mares, rios e juventude. Esse lugar falou comigo como poucos falaram. Me fez ver a beleza da simplicidade, seja numa festa em uma casinha de barro com uma linda fogueira ao fundo, ou simplesmente por subir em uma árvore, só para ver as águas cristalinas de um ângulo diferente.

Praia dos Nativos

Acho muito difícil definir um roteiro “certinho” desse lugar charmoso e regado de coisas boas, por isso vou lhes contar tudo que fiz e conheci de bom e, assim, vocês podem ver o que lhes interessam.

– Caminhar até Arraial d’Ajuda
Cerca de três horas de caminhada – 12 quilômetros ao norte – separam as praias de Trancoso das de Arraial d’Ajuda. Vá apenas na maré baixa para que os rios do caminho não se tornem intransponíveis. Há barracas no percurso que tem como sequência as praias de Rio da Barra, Taípe, Lagoa Azul, Pitinga, Parracho e Mucugê.

– Praias
A maneira mais agradável de conhecer as praias de Trancoso é caminhando. A partir da praia dos Nativos, uma das mais próxima da vila, o destino é a Rio da Barra, que é mais deserta (direção Arraial d’Ajuda). Já saindo da praia dos Coqueiros, ponto de parada de excursões, chega-se a Rio Verde, Itapororoca e Itaquena (direção praia do Espelho). Dá para chegar de carro em algumas praias, seguindo por estradinhas de terra, mas nem sempre há estacionamentos por perto.

– Quadrado
A praça, que abriga a igrejinha e um campo de futebol, é emoldurada por amendoeiras e casinhas coloridas que funcionam como bares, restaurantes e lojas. De dia, o Quadrado é uma tranquilidade só. Ao entardecer, porém, ganha vida com o movimento no comércio e o vai-e-vem de nativos e turistas.

Vista do Quadrado

– Borboletário Asas Mágicas
Aberto em 2015, o borboletário Asas Mágicas é indicado para as famílias.
Tel: (73) 998175910 / (73) 998176287
Site: http://www.asasmagicas.com.br/
Endereço: BR-367, Km 57 (próximo ao trevo para Trancoso)

– PRECISO DESTACAR A PRAIA DO ESPELHO
Escondida entre os povoados de Trancoso e Caraíva, a praia do Espelho é considerada uma das mais encantadoras da Bahia. Eleita diversas vezes como uma das praias mais bonitas do Brasil, é perfeita para apreciar a natureza, as águas azuis que formam piscinas naturais e as gigantescas falésias brancas e avermelhadas. Quando estiver por lá, você também pode aproveitar para conhecer a Aldeia de Itaporanga, um lugar que vai te permitir conhecer um pouco das origens dos índios Pataxós, e também comprar os seus artesanatos por um preço mais acessível.

Praia do Espelho

Depois de curtir isso tudo, era a hora de concluir o meu mochilão. Foram momentos e lugares mágicos. A emoção sempre vai vir junto com as lembranças. E fica a dica: fechar em Trancoso é fechar com chave de ouro. Como já dizia Renato Russo, estou indo de volta pra casa.

Quando o Arraial d’Ajuda Hostel salvou meu dia…

Utilizo esse espaço do blog para dar algumas dicas de hostel’s que me impressionaram de alguma forma. O Arraial d’Ajuda Hostel tem diversas qualidades: fica muito bem localizado, próximo das praias e da famosa Rua Mucugê, tem um ótimo custo-benefício, paguei R$55,00 na diária com café da manhã na época (baixa temporada), mas o que mais me chamou atenção nele, diferentemente da maioria dos outros lugares que fico, foi sua infraestrutura.

Foto: Divulgação

Mas você deve estar se perguntando: – Por que a infraestrutura foi tão importante assim, ainda mais para alguém que gosta de “mochilar”? O ideal não seria se focar mais no custo-benefício?

Creio que sim. O determinante para as minhas escolhas sempre é achar um lugar maneiro e barato (coisa que esse também é), mas nesse caso a lógica ficou um pouco diferente devido a um caso peculiar.

Se você acompanha o meu blog, deve ter lido em outro post, sobre um dia no meu mochilão pela Bahia, que choveu, correto? Então, foi nesse dia que eu passei a admirar ainda mais este hostel. Aquele dia só foi salvo por duas coisas: Primeiramente pelos outros hóspedes que estavam lá comigo, e segundo, por tudo que o local oferecia.

Arraial d’Ajuda é um lugar que vive em prol do Sol, não existem muitas opções com chuva. Então, se não fosse aquela piscina, aquela “sinuquinha” e aquela galera legal que estava por lá, meu dia teria sido ou de muito tédio ou dormindo profundamente.

Foto: Divulgação

Graças a isso que lhes contei, meu dia foi muito divertido, como todos os outros dias na Bahia. Por isso, tive que vir aqui retribuir a força e deixar essa dica para vocês. Se um dia tiver por Arraial vai lá pelo menos dar uma olhadinha pra vê se também chama a sua atenção, pois como já falei, a infraestrutura me salvou, mas o lugar tem diversas outras qualidades.

O aconchegante vilarejo chamado Arraial d’Ajuda

Este charmoso distrito de Porto Seguro merece destaque devido as suas belas praias e sua noite animada. É aquele tipo de vilarejo que de tão aconchegante te faz ficar na dúvida se volta pra casa ou se fica lá de vez.

Digo mais, o passeio por lá já começa de forma animada. A primeira “aventura” para chegar a cidadezinha acontece na travessia de Porto para Arraial. Esse trajeto tem que ser feito de balsa, por um valor até que barato, se for comparado aos valores dos transportes públicos das grandes cidades, na época em que fui, paguei cerca de R$4,00. Depois de atravessar o mini-percurso de 10 minutos você irá chegar em uma parte que terá como opções ônibus e vans com destinos a 3 lugares: Arraial d’Ajuda, Trancoso e Caraíva.

Apesar de ser um circuito diferente, foi muito fácil de ser realizado. Cheguei com tranquilidade no hostel e rapidamente (como vocês já devem ter percebido) me organizei para ir a rua.

Largo da Ajuda

Foram 3 dias intensos. De grandes amizades e descobertas. Teve inclusive um dia de chuva que, apesar de ter perdido passeios, deu pra zoar de uma forma bem inusitada até então.

Essa foi uma daquelas viagens que ficou difícil enumerar o que fiz em cada dia. É um lugar bem fácil de visitar tudo, devido ao seu tamanho. Então, destaco aqui os lugares que mais gostei de conhecer ou os que mais me chamaram atenção, assim você pode ter uma base pra montar o seu próprio roteiro.

– Largo da Ajuda
O centro histórico da vila, tombado pelo Iphan, compreende a singela igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda, uma construção que fica em frente a praça principal. É um lugar com uma vista fora do comum. Vale a visita e muitas fotos.

– Parque Nacional do Pau-Brasil
Aberto em novembro de 2016, o parque fica no distrito de Vale Verde. Entre os atrativos espalhados por seus 19 mil hectares de mata Atlântica estão seis trilhas sinalizadas para adeptos do trekking, ciclistas e cadeirantes, além de áreas para piquenique, mirantes, cachoeira e o “Refúgio do pau-brasil” – área que reúne árvores de até 800 anos de idade ao lado de um berçário de pau-brasil.
Endereço: Antiga estrada Arraial D’Ajuda-Itabela Km 7 – distrito de Vale Verde
Tel: (73) 3281-0805

– Rua do Mucugê
A Rua do Mucugê, que desde a década de 80 abriga as mais transadas lojas de artesanato de Arraial d´Ajuda, ganhou também bares, restaurantes e agitada vida noturna. Também no Beco das Cores, uma agradável viela na Rua do Mucugê, lojinhas repletas de objetos artesanais e de bom gosto, cafeterias, restaurantes e música ao vivo. Sem dúvidas você vai conhecer esse lugar, todo movimento durante a noite acontece por lá.

– Morocha Club
Depois de um relaxante dia na praia, a sugestão é conhecer um local badalado e agitado de Arraial.  A música deste descontraído bar da rua Mucugê fica por conta dos DJs e bandas, que tocam samba, MPB e Rock clássico internacional. Entre os lugares que visitei para beber e curtir um som, esse foi o que mais gostei, mas existem diversas outras opções, veja qual é mais a sua cara.

– Praia do Taipe
São algumas praias de Arraial que deixam a viagem a este distrito ainda melhor. No centro desta praia está localizada a Lagoa Azul. É uma praia afastada e não possui uma grande infraestrutura, fato que contribui para a tranquilidade encontrada no local.

– Praia do Pitinga
Esta é a praia mais movimentada de Arraial. Nesta praia, a areia é fofa e as águas são calmas e transparentes. Devido a facilidade de percurso, foi a praia que mais fiquei, e curti bastante o tempo que estive por lá. Dá pra relaxar, apesar do movimento.

Praia de Pitinga

Curiosidade: é possível ir de Arraial para Trancoso a pé
Para quem estiver com bastante disposição e sem pressa, saiba que é super possível fazer esta travessia. O trajeto tem 12 km, passando por dois rios e várias praias. Obviamente, a caminhada pode ser feita no sentido inverso. É recomendável que se faça na maré baixa, para isso, consulte a Tábua das Marés e verifique o horário em que a maré estará mais baixa. Resolvi não fazer porque estava com uma mala bem pesada, mas deve ser muito maneiro.

Deixo aqui mais uma dica, de mais um lugar encantador que conheci na Bahia. Ô terra boa!

O Che Lagarto que o Morro me deu

Se liga galera! O hostel que eu tenho para indicar neste paraíso é o Che Lagarto. Não é um nome incomum, né? Já deve ter visto dessa franquia em mil outros lugares, entretanto, ele se destaca em Morro de São Paulo (Bahia) devido ao auto astral. Claro que o preço também estava ótimo, paguei R$35,00 com café da manhã (era baixa temporada), mas se não fosse a energia boa da galera, o tempo que passei por lá não teria valido tanto a pena.

Foto: Divulgação

Além da boa energia, o hostel apresenta dois pontos interessantes: o primeiro é que sempre tá rolando alguma coisinha por lá, seja um jantar especial ou uma festinha pra animar a galera, que fica normalmente na área de lazer. O segundo é que o lugar funciona quase como um point da moçada, antes das noitadas ou de algo bom, a “tchurma” passa por lá pra se juntar a outros grupos e seguir todos para o mesmo objetivo: zoar tudo.

O Che fica na Rua da Fonte Grande, 11. Super bem localizado. Cerca de 5 minutos andando da praça principal.

Então, fica aí mais uma dica de hospedagem. Frisando que aqui só destaco os que mais gostei e não todos por quais passei. Dê uma pesquisada, que certamente um dos quartos ou possibilidades do Che  irá te atrair.

Um Porto Seguro

O segundo município mais popular da Bahia, tem como destaque a sua orla. É uma cidade bem menos movimentada que Salvador. Para mim tem um estilo de vida muito mais atraente, pois é mais simples, com praias e pontos turísticos mais próximos. Fiquei só dois dias por lá, mas foi suficiente para entender o movimento local, dar uma boa caminhada pelas praias, gastar um dinheiro que eu não tinha nas barraquinhas da passarela do álcool e descobrir que lá, incrivelmente, “não têm pôr do sol” (ele se põe do lado ao contrário das praias, ou seja, fica tampado pelos morros).

Cheguei lá em um dia de muito calor, então foi fácil descobrir para onde iria primeiro: praia. Existem diversos ônibus próximo ao Banco do Brasil, em frente a passarela, que vão para a orla. É muito fácil de se locomover nos transportes públicos de Porto.

– Praias
Para quem busca sossego a dica é ir em direção a Santa Cruz Cabrália, onde estão as praias menos badaladas da região, é por lá que ficam Mutá (dez quilômetros do Centro de Porto Seguro) e Coroa Vermelha (14 quilômetros, já em Santa Cruz Cabrália). Já para quem prefere o agito, indico a praia de Axé Moi, que tem sempre uma festinha e uma galera mais animada.

Axé Moi

Depois de torrar no sol, me arrumei e fui dar uma voltinha à noite. Lá não tem muitas festas, mas tem a feirinha na passarela, onde rola uma musiquinha super agradável e, como disse antes, ótimas opções para comprar lembrancinhas.

– Passarela do Descobrimento (Passarela do Álcool)
A Passarela do Descobrimento fica no Centro da cidade e é o ponto de encontro para o pré-night. Por lá estão lojas de artesanato e souvenirs, butiques, bares e restaurantes. No finalzinho da passarela, na travessa conhecida como “O Beco”, concentram-se alguns dos bares e restaurantes mais aconchegantes e sossegados da área.

Passarela do Descobrimento

No dia seguinte já não tinha tanta coisa assim para fazer. É aquele tipo de lugar que você tem que ir disposto a relaxar e curtir o ambiente. Se for no objetivo de dominar tudo, como eu, vai conseguir fazer isso muito rápido. Então… fui fazer o que restava do passeio, conhecer a Cidade Histórica, localizada na parte alta, próximo a rodoviária.

– Cidade Histórica
O primeiro núcleo habitacional do Brasil se concentra nessa área. Instalado no topo de uma falésia debruçada sobre a orla, o espaço abriga imponentes prédios.

Ps: Depois de fazer tudo isso que falei, se você for muito festeiro, existe uma opção muito popular por lá: A Ilha dos Aquários. O espaço de lazer fica em uma ilha entre Porto Seguro e Arraial d`Ajuda. Entre as atrações, aquários, bares, restaurantes e pistas de dança animadas por DJ´s, ou shows ao vivo. A casa funciona somente às sextas-feiras, com abertura às 18h. Eu, sinceramente só não fui conhecer o lugar porque estava em baixa temporada, e me disseram que nessa época o lugar fica vazio.

Porto Seguro é um daqueles lugares que você se sente tão em casa que dá vontade de ficar de vez. Gastei pouco e aproveitei bastante, posso dizer que esse é o sonho de qualquer mochileiro.

Um sonho chamado Morro de São Paulo

Já imaginou um lugar que tenha belezas naturais, festas maneiras o tempo todo, gente bonita e animada e ainda fique situado em uma ilha paradisíaca? Sim, esse lugar existe e tem nome: Morro de São Paulo. Localizado na Ilha de Tinharé, esse pedacinho do paraíso precisa ser visitado e apreciado por todos os amantes da natureza e da vida.

Minha experiência por lá foi “devastadora”. Sem dúvidas o lugar que mais amei conhecer no meu mochilão pela Bahia. Vou tentar te contar um pouquinho como foi.

TERÇA
Cheguei lá numa terça-feira estranha. O dia tinha começado com sol, mas durante todo o percurso de Catamarã peguei chuva e um mar bastante agitado. Enfim… depois de muita emoção cheguei no porto. A primeira coisa que você vai reparar quando chegar por lá são nos populares “taxis”, garotos com carrinhos de mão oferecendo (em troca de dinheiro) para carregar sua mala pelas ladeiras de morro. Gastei um tempinho para me localizar, reconhecer o território e guardar a mala. O dia já estava terminando mas, como sempre, não gosto de perder nenhum minuto da viagem, então fui explorar. Me indicaram ir em direção a tirolesa, pois lá de cima dá para ter uma visão mais ampla das praias e da cidade. Fiz o que me disseram, mas percebi que próximo de onde eu estava tinha um outro caminho que levava a uma nova possibilidade, e lá fui eu. Encontrei, provavelmente a vista mais linda do lugar. Um mirante natural, com uma visão perfeita do céu e do mar. Foi surreal. Dica: coloque como certo esse local no seu roteiro. Pois é de graça, está aberto o tempo todo e é perfeito tanto para apreciar, quanto para tirar lindas fotos.

Mirante Natural

Depois de curtir o que dava do fim de tarde, busquei me informar sobre a programação da região. Descobri que cada dia é caracterizado por ter certas festas e eventos. Foi ótimo, porque já pude me organizar pra comprar ingressos e também perceber que ia gastar um pouco mais do que planejava. A terça era dia da festa do bambu, um hostel que fica escondido bem dentro da mata e privilegia artistas com vontade de mostrar o seu talento, ou seja, se você tem um dom musical e não tem vergonha de mostrar, vai lá que terá a oportunidade de tocar com outros grandes músicos. Esse evento é mais sossegado, não lota, não tem custo algum para participar e é realizado num período de matinê, pois as festas dentro dos hostel’s, por lei, tem horário de duração.

– Farol
Próximo a um mirante que proporciona uma bela vista, o farol é uma estrutura que não pode ser visitada. Ele é mais utilizado para demarcar uma àrea. Não tem atividades turísticas ou culturais.

QUARTA
Estava afoito querendo conhecer as famosas praias. Dormi mal por causa da ansiedade e de um mosquitinho chato que apareceu ao meu lado (depois me dei conta que ele devia tá por lá porque esqueci meu tênis debaixo da cama e ele estava bem sofrido). Ao acordar me deparei com um tempo ainda estranho, fiquei com receio, tomei café e fui em direção da praia sem desanimar. Chegando lá o tempo já não estava mais tão feio. Deitei na areia. Me distrai. De repente reparo que todas as nuvens sumiram e o sol estava naquela potência condizente ao que eu lia na internet e com a quantidade de protetor que levei. Minha alegria era clara e meu agito constante. Fui destrinchar o lugar. Conheci a primeira, a segunda e a terceira praia, que são pontos fáceis de se conhecer, pois ainda estava receoso de outra mudança do clima. Um pouco mais tarde e mais confiante, fui em busca de um passeio maior. Resolvi ir andando até Gamboa, praia famosa pela sua argila medicinal.

Voltei à tardinha e já fui me organizar para ir ao evento de quarta: o Teatro. Uma boate que é divida em duas partes, metade fica tomada por ritmos locais e latinos, a outra parte fica sendo embalada pela música eletrônica. Esse local já tem mais a cara das noitadas paulistas e cariocas, tanto no estilo, quanto nos preços. O ingresso teve valor de R$50 e a festa durou até o sol nascer.

– Primeira Praia
É pequena, mas é a praia com mais diversões no mar. Tem muitos hotéis e pousadas e é a mais próxima da vila.

– Segunda Praia
É a praia mais badalada, não só durante o dia como à noite. Praia que conta com a maior diversidade de bares e restaurantes. Os principais eventos realizados na areia acontecem aqui, inclusive o popular luau.

– Terceira Praia
Tem cerca de 800 metros de extensão. É dessa praia  que partem os passeios para outros lugares da região. Sua faixa de areia é pequena e na maré alta o mar atinge o muro onde fica a ruela da orla.

– Caminhada até Gamboa
Se a maré estiver baixa você poderá fazer uma caminhada do cais do Morro até a Gamboa, passando pelas praias do Porto de Cima e da Ponta da Pedra. Antes de chegar em Gamboa está a encosta de argila, parada obrigatória para passar a argila por todo o corpo, que segundo dizem os moradores tem função esfoliante. Confesso que nesse momento me empolguei e passei argila até no cabelo (risos). A caminhada, se for feita de forma tranquila, dura cerca de 30 minutos.

QUINTA
Já deu para reparar que nesse lugar quase não se dorme né? Depois de 2 horas de sono, parti para a empreitada do dia: o passeio de lancha Volta à Ilha. Neste passeio, que detalho melhor abaixo, tive a oportunidade de conhecer um grupo de paulistas e mineiros muito animados, pessoas incríveis que, provavelmente, terei contato pelo resto da vida. O passeio foi indescritível. Conheci lugares lindos, comi ostra pela primeira vez e me diverti um bocado. Para quem tiver interessado, relato que existem diversas agências na ilha que fazem esse passeio, mas indico que procure a que tem o grupo mais animado, faz toda a diferença. O preço gira em torno de R$100, mas se for em baixa temporada utilize seu poder de negociação.

E, antes que esqueça, destaco aqui a festa deste dia: o luau. Foi neste evento que conheci uma menina super especial, que fez a minha estadia em Morro ser ainda mais prazerosa e empolgante, e que sempre estará guardada de forma positivamente linda na minha memória. O luau não é muito bem um luau. É mais uma festa gratuita na praia. Com direito a diversas caixas de som, este evento também invade a madrugada.

– Passear de barco Volta à ilha
Há dois passeios de barco pela ilha. O mais procurado e conhecido é o Volta à Ilha, que dura o dia todo. De manhã, a programação começa pela piscina natural da Praia de Garapuá, com águas quentes e cheias de peixes. Depois, o barco segue para as bonitas piscinas de Moreré, na Ilha de Boipeba. Após o desembarque na Praia de Cueira, caminha-se pela orla por Tassimirim para chegar à Boca da Barra (centrinho de Boipeba), onde há uma breve pausa para o almoço nas barracas pé na areia (pago à parte). À tarde, a navegação segue pelo Rio do Inferno e faz mais duas pausas nas cidadezinhas de Canavieiras e de Cairu.

– Forte
O forte é visto logo na chegada da cidade. Ele foi usado como ponto estratégico, principalmente para proteger a cidade de Salvador. Junto do forte fica uma antiga senzala ou prisão (não se sabe ao certo) com um túnel que vai até a igreja principal. O forte é escolhido pelos visitantes da ilha principalmente para admirar o pôr do sol.

SEXTA
Para variar, na sexta também não dormi quase nada. Mesmo lesado, era a hora de conhecer o que restava do passeio. A festa deste dia foi na Toca do Morcego. A entrada para casal tem o valor de R$50 para cada. Indo solteiro paga R$70.

– Quarta Praia
Uma praia mais extensa e mais deserta, em compensação também é a mais bonita entre as praias de mais fácil acesso. Quando a maré está baixa é possível ver a grande quantidade de corais. Essa eu fui pra relaxar.

– Quinta Praia
É a praia mais distante do centro, parecida com a quarta praia, mas de difícil acesso. É quase uma praia particular para os que ficam nos resort’s e em hotéis próximos.

– Toca do Morcego
A Toca do Morcego é o lugar mais famoso para ver o sol se pondo. O espaço cobra R$10 pela entrada e oferece esteira, almofadas e um cardápio com bebidas e petiscos. A casa não abre nos meses de maio, junho e na primeira quinzena de julho. Na baixa temporada, o horário de funcionamento é das 16h30 às 22h.

– Mirante da Tirolesa
É um lugar propício não só para quem pretende descer pela tirolesa de 320m de altura (R$ 70), como para quem quer ter uma vista geral da cidade. Um triste fato é que eles não deixam você saltar segurando algo, ou seja, não da para tirar aquelas fotos iradas da gopro.

SÁBADO
Foi o dia mais difícil, o dia da despedida. Foram poucos dias, mas muito intensos. Parecia que já conhecia o lugar com a palma da minha mão e já tinha amizade com os moradores há anos.

Uma viagem recheada de histórias e momentos inesquecíveis. Morro é um daqueles lugares que cravam uma saudade eterna no seu coração. Cada detalhe, cada conversa, cada passo, vão ficar sempre guardados no meu coração.

Piscinas naturais de Moreré (Ilha de Boipeba)

COMO CHEGAR?
Transfer aéreo: A opção mais cara e rápida para se chegar até morro. A viagem dura cerca de 3o minutos e o valor gira em torno de R$435,00. Como sou pobre, esse é o máximo de informação que tenho sobre essa possibilidade, desculpe (rs).

Transfer marítimo: seu tempo de viagem é aproximadamente de 2 horas e trinta minutos, podendo variar para 3 horas, dependendo das condições climáticas e ventos no mar. O local de partida (catamarã e lancha) é no Terminal Marítimo de Salvador, próximo do Mercado Modelo, na Cidade Baixa. A chegada em Morro é no porto (cais), localizado próximo à vila (centro) ao lado da Fortaleza. Na época em que fui, o trajeto custou R$ 96,50 por pessoa. Os preços e os horários são tabelados, então não tem muito para onde correr.

Transfer semiterreste: Vá para o Terminal Hidroviário de São Joaquim e de lá siga em direção a Bom Despacho, localizado na Ilha de Itaparica – o trajeto dura em média 40 minutos. Pegue um ônibus até Valença. Saltando no Terminal Rodoviário de Valença vá para Terminal Marítimo do local, e de lá pegue os barcos rápidos que vão para Morro. Se você não quiser fazer todo esse processo por conta própria, contrate um pacote com uma agência, que terá alguém lhe orientando e guiando por todo o circuito. Essa opção custa em torno de R$90.

Voar, voar, subir, subir…

Esse ano, meu filho me fez percorrer estradas, tocar o mar (sentada num barquinho), e “agora” chegar bem pertinho das nuvens.
Tudo começou no dia 12 de Outubro de 2017. Naquele dia estava programada a minha primeira viagem de avião (Rio/Brasília), mas eu estava tensa, e o que provocava mais essa tensão, era o novo, o desconhecido, porque por mais que tivesse me informado como era essa viagem, eu só saberia, viajando. Tudo era novidade, desde entrar no aeroporto, entrar no avião… e eu ali, inquieta, com uma pergunta que invadia meu ser: O que é que eu estou fazendo aqui? Ninguém tinha me obrigado, e eu estava ali experimentando diversas sensações, porque simplesmente eu quis.

Isso é viver, é se dar uma chance. E a partir daí, dessa chance que me dei, consegui desfrutar de dias agradáveis, onde adquiri conhecimentos, me diverti, saí da rotina, curtindo tudo, até o vôo. Gostei muito de Brasília, foram dias de céu azul, pôr do sol maravilhosos, cidade linda, com lugares interessantes, culturalmente e ecologicamente falando. A viagem de volta foi bem mais tranquila, já estava bem mais relaxada, sentindo até vontade de dar uma caminhada até o banheiro do avião, mas pensei comigo mesma: menos, Vilcinéa, menos, não seja exibida…(risos).

Enfim, chegamos em casa, meu filho, satisfeito por ter me ajudado a realizar mais um desafio, e eu, feliz, por ter conseguido.

No cerrado encontrei Brasília

Essa foi a primeira vez que viajei na dúvida de está fazendo uma escolha acertada. Todo mundo que eu informava sobre a trip me perguntava: – O quê você vai fazer em Brasília? E mesmo tendo pesquisado diversos passeios no lugar, não sabia ao certo o que responder. Não é um território famoso turisticamente falando. Normalmente quem vai pra lá é para seguir depois para a Chapada ou para Caldas Novas. Mas hoje, posso afirmar tranquilamente que a capital do país vale sim ser visitada e reafirmo ainda mais a minha teoria: todo estado tem algo de bom a lhe apresentar, mesmo que seja só uma coisa, mas sempre vai valer à pena conhecer um lugar novo!

O meu tour pela cidade projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, começa ainda no Rio de Janeiro, pois era a primeira vez que minha mãe iria entrar em um avião (logo logo teremos mais detalhes sobre essa emoção contada por ela mesmo, em sua coluna no blog). Sim, esta foi mais uma aventura de mãe e filho, até porque o mochilão é para todos. Depois de passar por essa primeira adrenalina, fomos em busca do que a terra de JK tinha para nos mostrar.

Congresso Nacional

Dia 1
O primeiro dia é aquele meio perdido, que você tem o roteiro na mão, mas não sabe muito bem o que fazer. Pede informação na recepção e eles nem sabem que o lugar que você quer ir existe. Pergunta para as pessoas na rua e elas te dão 500 possibilidades de chegar no lugar, sendo que você só quer uma. Resumindo: o primeiro dia é o momento de se ambientar. E foi isso que fizemos, nos comunicamos e aprendemos como andar na cidade, que tem as ruas com nomes diferentes. Ah, e  também compreendemos que o Uber é fundamental para passear por lá. Neste primeiro dia fomos:

• Torre de TV
Famosa pela vista e pela feira, a Torre de TV é visita obrigatória para os turistas que vão pela primeira vez à capital.
Horário de visitação do mirante: Segunda-feira, das 14h às 20h. De terça a domingo, das 8h às 20h.
Funcionamento da feira: Sábados, domingos e feriados, de 9h às 18h.
Entrada gratuita.
Eixo Monumental, s/nº, Brasília – DF

• Museu Nacional
É um espaço que insere Brasília no circuito internacional das artes e mostra o que há de melhor na arte brasileira. O espaço é utilizado para exposições itinerantes de artistas renomados e temas importantes para a sociedade.
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9h às 18h.
Contato: (61) 3325-5220 / museunacional@gmail.com

Teatro Nacional Cláudio Santoro
O principal teatro da cidade tem projeto de Oscar Niemeyer e é todo revestido com cubos desenhados por Athos Bulcão. A obra de arte chamada” O sol” faz o espaço brincar com as sombras: a cada hora do dia forma novos desenhos na fachada.
Endereço: SCTN, Via N2, Asa Norte, Brasília – DF – CEP: 70070-200

Dia 2
Já estávamos mais desgastados, entretanto, mais preparados para seguir o roteiro. Dessa vez, estudamos bastante o mapa local e seguimos um passo a passo, para não perder tempo, até porque este era o dia mais cheio de atrações. Nesse dia conhecemos:

• Memorial JK
No lugar onde foi realizada a primeira missa da nova capital da República, o ponto mais alto dentro da cidade, está o espaço que homenageia o presidente que idealizou Brasília. O Memorial JK guarda a história da família Kubitschek e do seu mais ilustre membro, o presidente Juscelino, que recebe o visitante com um “aceno” ainda do lado de fora. O espaço é surpreendente, conta a história de forma rica e detalhada. Me impressionei bastante com o lugar.
Horário de visitação: de segunda a domingo, das 9h às 18h.
Entrada: R$ 10
E-mail: cultural@memorialjk.com.br | Telefone: (61) 3225-9451
Endereço: Praça do Cruzeiro, Eixo Monumental , Brasília – DF – CEP: 70070-300

• Jardim Botânico
Primeiro Jardim Botânico do Brasil com um ecossistema predominante de cerrado. Vale destacar que o lugar tem um espaço todo planejado para piqueniques, e que vale muito à pena ser conhecido e aproveitado. De terça a domingo, das 7 às 8h50, o acesso ao JBB é permitido somente a pedestres e ciclistas, sem cobrança de ingresso.
Horário de visitação: de terça à domingo, das 9 às 17 h.
Entrada: R$ 5. Crianças até 12 anos incompletos, idosos a partir dos 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam ingresso.
Endereço: SMDB, Área Especial, s/n – Lago Sul

• Pontão do Lago Sul
O passeio ao longo das margens do Lago Paranoá atrai centenas de visitantes nos finais de semana. O espaço tem belos jardins, restaurantes e decks que permitem ver um sensacional pôr do sol. Ótima pedida para quem tem a tarde para relaxar ao ar livre.
Horário de visitação: domingo e segunda, das 7h à 0h. Terça a quinta, das 7h à 1h. Sexta e sábado, das 7h às 2h.
Entrada gratuita
Endereço: SHIS, QL 10, LT. 1/30, Lago Sul, Brasília – CEP: 71630-100

• Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB
O mais democrático espaço cultural da cidade oferece exposições, teatro, shows e cinema gratuitamente ou por valores simbólicos. No CCBB é certo encontrar excelentes mostras culturais, sempre de altíssima qualidade. Na minha opinião esse é o melhor CCBB entre todos os outros. É o que tem mais interação e mais espaços ao ar livre.
Horário de visitação: terça a domingo, das 9h às 21h
Contato: (61) 3108-7600
Endereço: 
Sces, Trecho 2, lote 22, Asa Sul, Brasília – DF – CEP: 70200-002

• Ponte JK
Um dos monumentos mais fotografados da capital, a Ponte JK é parada obrigatória para o turista que visita Brasília.
Endereço: Via L4 Sul / Lago Sul QL 24/26, Asa Sul/ Lago Sul, Brasília – DF

Dia 3
No terceiro dia as coisas já estavam mais tranquilas. Já dava para curtir uma piscina ou um lago com mais calma. Nesse dia fomos aos locais que moradores da região tinham nos indicado, então posso dizer que eles curtem bastante o que fizemos, principalmente o lago que fica no Dom Bosco, ponto certo para ficar lotado.

• Estádio Mané Garrincha
Estádio Nacional de Brasília “Mané Garrincha” é um estádio de futebol e arena multiuso brasileiro.
O Estádio Nacional está aberto para visitação todos os sábados de 9h às 11h30.
Endereço: 
SRPN – Asa Norte, Brasília – DF, 70070-701

• Ermida Dom Bosco
A área verde à beira do Lago atrai esportistas, famílias para piqueniques e muitos visitantes para ver o pôr do sol (o mais bonito de Brasília). Por ser uma área bem limpa do Lago Paranoá, é comum banhistas se aventurarem a nadar e tomar sol.
Endereço: Estrada Parque Dom Bosco, QI 29, Lago Sul, Brasília – DF

Dia 4
O último dia de viagem, foi o momento de se envolver mais com a politica nacional. Rodamos os principais cenários de decisões importantes para o país. E mesmo quem não gosta tanto do tema, tem que fazer uma visita aos locais, o sacríficio será recompensado. O aprendizado é gigantesco.

• Congresso Nacional
A imagem das duas torres de 28 andares – as mais altas da cidade – com uma cúpula côncava (Senado) e outra convexa (Câmara) é o mais famoso cartão-postal de Brasília. Sede do Poder Legislativo, o Congresso Nacional é o grande foco das manifestações populares que acontecem na cidade.
Horário de visitação: das 9h30 às 17h, todos os dias do ano
Endereço: 
Praça dos Três Poderes, Brasília – DF – CEP: 70160-900

• Palácio do Itamaraty
Os arcos que compõem a fachada diferenciam o palácio de todos os outros prédios da Esplanada dos Ministérios. O projeto paisagístico de Burle Marx leva vida ao concreto. A melhor visita guiada entre todos os espaços que visitei.
Horário de visitação: segunda a sexta, das 14h às 16h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 15h30. Agendamento pelo telefone: (61) 3411-8051.
Endereço: 
Esplanada dos Ministérios – Via S1 – Bloco H, Asa Sul, Brasília – DF – CEP: 70170-900

• Parque da Cidade (Parque Sarah Kubitschek)
O parque é um dos prediletos entre os moradores para a prática de exercícios ao ar livre.
O parque permanece aberto 24hs,  todos os dias da semana.
Endereço: entradas pelo Eixo Monumental, pelo Setor Sudoeste e pelas quadras 901, 906 e 910 Sul.

Palácio Itamaraty

Curiosidades
Não há esquinas e  as áreas comerciais são separadas de acordo com a atividade comercial exercida. Há, por exemplo, a rua das farmácias, a rua dos restaurantes, o Setor de Indústria, o Setor de Gráficas… Eu mesmo fiquei no Setor Hoteleiro. As distâncias entre um lugar e outro geralmente são enormes, mas as avenidas são largas e bem arborizadas. Ah, lá praticamente só se anda de carro particular, uber ou táxi, os transportes públicos praticamente não são utilizados, e caminhar, num clima tão seco, também é muito raro.

Conclui-se que…
Eu adorei! Mais um lugar riquíssimo que foi conhecido. Mais uma viagem que deu certo. Mais uma experiência junto a minha mãe. Mais pessoas e culturas que conheci. A viagem novamente só teve “mais”, só pluralidade, só acréscimo. Vou me esforçar para que seja sempre assim. Sempre viajando e crescendo com os novos lugares que vou conhecendo.